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Ameno(Era) Midi |
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I. 2. La verge en maï mise au milieu des branches, De l'onde il moulle & le limbe & le pied, Vn peur & voix fremiffent par les manches, Splendeur diuine. Le diuin prés s'afsied. |
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I. 2.
A guia(o apontador) se desloca em direção ao centro dos ramos
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Esta quadra descreve os primeiros tempos após a identificação de Henrique, Segundo e a identificação de l'onde por César de Nostredame. Ao que parece, o terceiro verso fala de um evento associado ao fato real, já em 2003 e o quarto verso fala de uma situação para a qual ainda não temos estimativa de tempo. O primeiro verso descreve a busca (equivocada) da origem de Henrique, Segundo em portais e programas de busca de árvores genealógicas. Após termos decifrado o Presságio 11, Setembro e a profecia oculta, X,72, o outro passo foi a identificação (casual) de Henrique, Segundo, após a cerimônia dos Maoris e dezembro/2001. E isso veio com a exibição, em noticiário da televisivo, da cerimônia de recepção dos diplomatas da |
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Nova Zelândia em Brasília, quando uma de suas tribos (facções), os Maoris, também deveriam ser recepcionados, em um ritual de cumprimentos pouco usual para os Ocidentais, por meio da "troca da respiração". Essa cerimônia, que chamou atenção pelo inusitado e por que não dizer, pelo bom humor do Exmo. Sr. Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, também serviu para identificá-lo como o personagem ao qual a Carta a henrique, Segundo estava endereçada.(ver P038M04). A efetiva identificação do trecho da Carta a Henrique chegou algum tempo depois graças a um detalhe: foi procurado inicialmente, na carta, pelo termo nez, que não existe na carta. A identificação, de fato, foi possível por causa do termo moucher. O primeiro verso descreve o início da busca de César de Nostredame quanto à ascendência real de Henrique, Segundo, por meio de programas que exibiam árvores genealógicas. Áquela época, não tínhamos idéia de que essa busca seria infrutífera, uma vez que o fato real seria revelado em função de um conflito. O verso, por conseguinte, retrata o início da pesquisa do fato real. E isso foi abandonado tão logo se verificou realmente como o fato real viria a ser conhecido (ver P038M04, IX,84). A rigor houve, na história que será conhecida no período agosto/outubro/2002, por um lado a perda da ascendência face à morte de três jovens nobres na Nova Scotia, há muito tempo atrás e, |
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| provavelmente, por outro, a omissão dolosa dessas informações, também há muito tempo atrás. Uma história que sem dúvida maravilhará a todos quando conhecida. (ver IX,84) |
Henrique,
Segundo |
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O segundo verso fala da identificação
de l'onde. Segundo nossas previsões l'onde será
transferido para Guantânamo, junto com seus irmãos (ver
II,7 e VIII,64). Nostradamus descreve como foi estabelecida a identidade l'onde.
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| interferir e dar certificação ao que é previsto. Mas isto deverá acontecer no tempo certo. Observemos que entre os |
De l'onde il moulle le limbe & le pied, |
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fatos do primeiro e segundo
versos, há um pequeno intervalo de tempo a partir de 11-SET-201, mas entre o
segundo e oterceiro verso á u longo intervalo de tempo de no mínimo três
anos. A dúvida refere-se quanto tempo transcorrerá ente o fato do terceiro
verso - esperado para 2006 - e o quarto verso.
Com respeito ao terceiro verso, estamos colocando na ilustração visual, uma
referência ao tema dos deficientes físicos e isso deve ser entendido de
forma ampla e não pessoal. No Brasil, esta questão é tratada de forma
extremamente inadequada. Não poucos citam o termo "exclusão social" para a situação dos
portadores de deficiências no Brasil. Em geral, "ficam em casa" porque
as barreiras impostas acabam
por restringir-lhes direitos básicos, como por exemplo o de ir e vir. Para termos uma idéia, normalmente as obras são feitas sem levar em consideração os deficientes. Em seguida os processos por parte das organizações (incipientes ainda e dependentes de patrocínios para se manterem em funcionamento) obrigam a que sejam feitas as adaptações. O custo desse tipo de situação, extremamente comum (por exemplo, metrô, aeroportos e vai por aí adiante) é muito maior do que se, desde a fase de projeto se levasse em consideração a acessibilidade para os portadores de deficiências. Por exemplo, os transportes urbanos. Os responsáveis pelas empresas de transporte coletivo em geral assumem uma postura ambígua: reclamam das franquias existentes (a passagem grátis) e por outro lado lutam para não cumprir as leis que com muito custo são promulgadas obrigando a adaptação (se há necessidade de lei, alguém não queria). Não são só eles não. Há inclusive representantes eleitos para câmaras legislativas que se opuseram à lei que obrigava a realização de obras de adaptação em edificações sujeitas ao acesso do público em geral. O fato é que este país ainda não aprendeu duas regras básicas: 1) excluir, segregar e discriminar dá (no mínimo) prejuízo 2) excluir, segregar e discriminar alimenta a violência Citamos estas razões porque ficamos desanimados em fazer menção ao compromisso de humanidade que qualquer deveria ter presente em sua consciência por obrigação. Há o desrespeito dos direitos dos deficientes tanto nas grandes questões quanto nas pequenas. Não há nada mais desrespeitado neste país do que vaga de estacionamento para deficientes, já notaram? O pior, muitas vezes, é a reação daqueles flagrados no desrespeito, que não raro reagem com uma absurda postura de arrogante. As questões dos deficientes fazem parte de nossas bandeiras não porque estejamos ligados a pessoas que portem deficiências. Como se pode almejar participar de um mundo novo virando as costas para os portadores deficiências? Aqui no Brasil, o problema é sem dúvida maior. E ficamos pensando, diante de tantas denúncias de corrupção, de quanto desses altíssimos montantes era destinado aos portadores de deficiências. Nós estamos nos colocando à disposição de qualquer organização ou indivíduo que queira tratar de assuntos relacionados a esse tema. Em particular, nos propomos a divulgar, de forma absolutamente incondicional e sem exigir QUALQUER contrapartida, todas as hps que tratem de questões relacionadas aos portadores de deficiência. Esclarecemos que isso apenas estende ações pessoais que já vínhamos mantendo, sem relação com esta home page.
Acima, divulgamos fotos do Grupo Pulsar Companhia de Dança,
integrada em parte por portadores de deficiência, em uma de
suas apresentações na Décima Edição do
Panorama RioArte de Dança, que teve lugar em Outubro/2001 no Rio de
Janeiro. |
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| Referências | |||
| X,72,P038M04,IX,84, II,7, VIII,64, X,85, XI,17. | |||
| Notas | |||
| 26-OUT-2005. Modificação da tradução do quarto verso. | |||
| 10-SET-2002. Revisão de texto. | |||
| 31-MAI-2002. Revisão final da quadra. | |||
| 23-MAR-2002. Revisão cancelada. | |||
| 28-FEV-2002. (A) É primeiro mundo porque seus habitantes assim o fizeram; objetivamente não há nada que impeça o Brasil "ser um país de primeiro mundo", a não ser o discurso de políticos desonestos que os utilizam para continuar explorando a desinformação em proveito sua metas pessoais. | |||
| Notícias | |||
| 17-SET-2005. | |||
| 17-SET-2005 | a) 21h21 » Pelé discursa em abertura de competição paraolímpica | ||
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12-OUT-2004. Nossa hp está em débito com a atualizações desta quadra. A rigor, deveríamos ter coberto o acidente de Herbert Vianna (como exemplo de que portar uma deficiência pode acontecer a qualquer um; os acidentes não respeitam raça, sexo ou crença. Mas não pdemos deixar de registrar a morte repentina de Christopher Reeve. Dizem que a arte imita a vida; outros dizem o contrário. Nossa pergunta aqui é quando realmente Reeve passou a encarnar o espírito do super-homem. |
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| 12-OUT-2004 | a) Reeve foi herói no cinema e exemplo na vida real | ||
| 18-OUT-2003. | |||
| 17-OUT-2003 | a) Brasil tem 24,5 milhões de pessoas deficientes | ||
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