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A Identificação de Henrique, Segundo e  l'onde. Os Primeiros Tempos.
Revisão em 17-SET-2005.
 

I. 2.
 
La verge en maï mise au milieu des branches,
De l'onde il moulle & le limbe & le pied,
Vn peur & voix fremiffent par les manches,
Splendeur diuine. Le diuin prés s'afsied.
I. 2.

A guia(o apontador)  se desloca em direção ao centro dos ramos
De l'onde ele modela a moldura e o pé
Um pavor e voz assustadora para  os deficientes
Esplendor Divino. O  divino próximo se acerca.

 

          Esta quadra  descreve  os primeiros tempos após a identificação de Henrique, Segundo e a identificação de l'onde por César de Nostredame. Ao que parece, o terceiro verso fala de um evento associado ao fato real, já em  2003 e o quarto verso fala de uma situação para  a qual ainda não temos estimativa de tempo.

          O primeiro verso descreve a busca (equivocada) da origem de Henrique, Segundo  em portais e programas de busca de árvores genealógicas.     

        Após termos decifrado o Presságio 11, Setembro  e a profecia oculta, X,72,  o outro  passo foi a identificação (casual)  de Henrique, Segundo, após a cerimônia dos Maoris  e dezembro/2001. E isso veio com a exibição, em noticiário da televisivo, da cerimônia de recepção dos diplomatas da

 Nova  Zelândia em Brasília, quando uma de suas tribos (facções), os Maoris, também deveriam ser recepcionados, em um ritual de cumprimentos pouco usual para os Ocidentais, por meio da "troca da respiração".  Essa cerimônia, que chamou atenção pelo inusitado e por que não dizer, pelo bom humor do Exmo.  Sr. Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso,    também serviu para identificá-lo como o personagem  ao qual a Carta a henrique, Segundo estava endereçada.(ver P038M04). A efetiva identificação do trecho da  Carta a Henrique chegou algum tempo depois graças a um detalhe:  foi procurado inicialmente, na carta, pelo  termo nez, que não existe na carta. A identificação, de fato, foi possível por causa do termo moucher.                             O primeiro verso descreve o início da busca de César de Nostredame quanto à ascendência real de Henrique, Segundo, por meio de programas que exibiam árvores genealógicas. Áquela época, não tínhamos idéia de que essa busca seria infrutífera, uma vez que o fato real seria revelado em função de um conflito. O verso, por conseguinte, retrata o início da pesquisa do fato real.  E isso foi abandonado tão logo se verificou realmente como o fato real viria a ser conhecido (ver P038M04 IX,84). A rigor houve,  na história que será conhecida no período agosto/outubro/2002, por um lado  a perda da ascendência face à morte de três jovens nobres na Nova Scotia, há muito tempo atrás  e,

provavelmente, por outro,  a omissão dolosa dessas informações, também há muito tempo atrás. Uma história que sem dúvida maravilhará a todos quando conhecida. (ver  IX,84)

Henrique, Segundo
La verge en main mise au milieu des branches,

           O segundo verso fala da identificação de l'onde.  Segundo nossas previsões l'onde será transferido para Guantânamo,  junto com seus irmãos (ver II,7 e VIII,64).  Nostradamus descreve como foi estabelecida a identidade l'onde.

       O terceiro verso deve ter relação com o quarto verso de X,85.

       O quarto verso está ligado aos quinto e sexto versos de  XI,17. O termo "afsied"  está sendo entendido aqui como uma apócope ou mesmo uma junção de dois outros: particípio de "assieger", que significa se acercar, obsidiar, possuir e também de "affier", que significa certificar, dar veracidade, confirmar, etc. Este será um dos aspectos da etapa seguinte das interpretações das profecias de Nostradamus, onde uma interferência espiritual explícita irá   

interferir e dar certificação ao que é previsto. Mas isto deverá acontecer no tempo certo. Observemos que entre os

De l'onde il moulle le limbe & le pied,

fatos do primeiro e segundo versos, há um pequeno intervalo de tempo a partir de 11-SET-201, mas entre o segundo e oterceiro verso á u longo intervalo de tempo de no mínimo três anos. A dúvida refere-se quanto tempo transcorrerá ente o fato do terceiro verso - esperado para  2006  - e o quarto verso.    Com respeito ao terceiro verso, estamos colocando na ilustração visual, uma referência ao tema dos deficientes físicos e isso deve ser entendido de forma ampla e não pessoal.  No Brasil, esta questão é tratada de forma extremamente inadequada. Não poucos citam o termo "exclusão  social" para a situação dos portadores de deficiências no Brasil.  Em geral, "ficam em casa" porque as barreiras impostas   acabam por restringir-lhes direitos básicos, como por exemplo o de ir e vir.

          Se observarmos as cidades dos países  pertencentes ao chamado primeiro mundo (ver Notas, 28-02-2002(a) )  veremos que, em geral,  proliferam as adaptações para todos os tipos  de portadores de deficiências (cegos, surdos, deficientes físicos, paralisados cerebrais, amputados e os portadores de deficiências múltiplas, etc - (a mudez é relativamente rara) )  que acabam por colocá-los em igualdade de condições com aqueles que não possuem deficiências visíveis. Isto  em parte porque esses países participaram de muitas guerras. 
    
          No entanto, os países mais desenvolvidos já  há muito descobriram que os portadores de deficiência podem e devem ser tratados como cidadãos como quaisquer outros. O preconceito é em geral muito menor.

        Para termos uma idéia, normalmente as obras são feitas sem levar em consideração os deficientes. Em seguida os processos por parte das organizações (incipientes ainda e dependentes de patrocínios para se manterem em funcionamento)  obrigam a que sejam feitas as adaptações. O custo desse tipo de situação, extremamente comum (por exemplo, metrô, aeroportos e vai por aí adiante) é muito maior  do que se, desde a fase de projeto se levasse em consideração a acessibilidade para os portadores de deficiências.

        Por exemplo,  os transportes urbanos. Os responsáveis pelas empresas de transporte coletivo em geral assumem uma postura ambígua: reclamam das franquias existentes (a passagem  grátis) e por outro lado lutam para não cumprir as leis que com muito custo são promulgadas obrigando a adaptação (se há necessidade de lei,  alguém não queria). Não são só eles não. Há inclusive representantes eleitos para câmaras legislativas que  se opuseram à lei que obrigava a realização de obras de adaptação em edificações sujeitas ao acesso do público em geral.   

        O fato é que este país ainda não aprendeu duas regras básicas:

        1) excluir,  segregar e discriminar dá (no mínimo) prejuízo

        2) excluir,  segregar e discriminar alimenta a violência

        Citamos estas razões porque ficamos desanimados em fazer menção ao compromisso de humanidade que qualquer deveria ter presente em sua consciência por obrigação. Há o desrespeito dos direitos dos deficientes tanto nas grandes questões quanto nas pequenas.

        Não há nada mais desrespeitado neste país do que vaga de estacionamento para deficientes, já notaram? O pior, muitas vezes,  é a reação daqueles flagrados no desrespeito, que não raro reagem com uma absurda postura de arrogante.  

        As questões dos deficientes fazem parte de nossas bandeiras não porque estejamos ligados a pessoas que portem deficiências. Como se pode almejar participar de um mundo novo  virando as costas  para os portadores deficiências?

        Aqui no Brasil, o problema é sem dúvida maior. E ficamos pensando, diante de tantas denúncias de corrupção, de quanto desses altíssimos montantes era  destinado aos portadores de deficiências.

        Nós estamos nos colocando à disposição de qualquer organização ou indivíduo que queira tratar de assuntos relacionados a esse tema. Em particular, nos propomos a divulgar, de forma absolutamente incondicional e sem exigir QUALQUER contrapartida,  todas as hps que tratem de  questões relacionadas aos portadores de deficiência. Esclarecemos que isso apenas estende ações pessoais que já vínhamos mantendo, sem relação com esta home page.

        Acima,  divulgamos fotos do Grupo Pulsar Companhia de Dança,  integrada em parte por portadores de deficiência,  em uma de suas apresentações na Décima Edição do Panorama RioArte de Dança, que teve lugar em Outubro/2001 no Rio de Janeiro.

        Em tempo: a esmagadora maioria dos portadores de deficiências já aprendeu a dizer não. Pelo menos aos desrespeitos citados acima. Mas calam-se em respeito aos que não portam deficiências visíveis. (Esta mensagem teve destino específico)

     
Referências
     
X,72,P038M04,IX,84, II,7, VIII,64, X,85, XI,17.
     
Notas 
     
26-OUT-2005.  Modificação da tradução do quarto verso.
     
10-SET-2002.  Revisão de texto. 
     
31-MAI-2002.  Revisão  final da quadra.
     
23-MAR-2002.  Revisão cancelada.
     
28-FEV-2002. (A) É primeiro mundo porque seus habitantes assim o fizeram; objetivamente não há nada que impeça o Brasil "ser um país de primeiro mundo", a não ser o discurso de políticos desonestos que os utilizam  para continuar explorando a desinformação em proveito sua metas pessoais.
     
Notícias
     
17-SET-2005.
     
  17-SET-2005 a) 21h21 » Pelé discursa em abertura de competição paraolímpica
     

12-OUT-2004.  Nossa hp está em débito com a atualizações desta quadra. A rigor, deveríamos ter coberto o acidente de Herbert Vianna (como exemplo de que portar uma deficiência pode acontecer a qualquer um; os acidentes não respeitam raça, sexo ou crença. Mas não pdemos deixar de registrar a morte repentina de Christopher Reeve. Dizem que a arte imita a vida; outros dizem o contrário. Nossa pergunta aqui é quando realmente Reeve passou a encarnar o espírito do super-homem.

     
  12-OUT-2004 a) Reeve foi herói no cinema e exemplo na vida real
     
18-OUT-2003.
     
  17-OUT-2003 a) Brasil tem 24,5 milhões de pessoas deficientes
     
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