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Esta quadra fala, provavelmente, de um tempo distante
da época da elaboração da interpretação
inicial desta quadra. Segundo nossos prognósticos, por volta
de 2012-20161, um tempo de paz bastante duradouro advirá,
até a chegada de Hercólobus, ou Slo, o Grande Julgador. Esta
quadra anuncia um último vitupério, descrito em
IX,65, conexo à chegada de Hercólobus e, evidentemente, à morte do Jovialista.
Não temos um significado
preciso de todos os versos, principalmente porque nesse caso há que
se levar em consideração que ao longo do tempo novas informações
sobre estas profecias serão descobertas, em particular no que
é dito sob tema "O Legado de Nostradamus". O conhecimento que
Nostradamus detinha, e que sustentamos será responsável por
trazer à tona, a este fim de ciclo, todo um conhecimento que há
muito ficou esquecido (ver, por exemplo, V,19,
VIII,66,
entre outras) será responsável por mudanças culturais
profundas, próprias do período apocalíptico. Uma desas
mudanças é anunciada em VII,17 e também em
III,86.
O que esta quadra fala,
de uma maneira geral, é que as mudanças no conhecimento
humano serão tão pronunciadas, que aos olhos daqueles
que não fazem a menor idéia do que estas profecias significam,
o eventos anunciados e as descobertas conexas farão com que o autor
das profecias seja venerado como um semideus.
Cabe aqui uma severa observação,
e que toca pontos que já vínhamos levantando em outras
quadras (ver, por exemplo, III,2 e outras). Esses
conhecimentos, que asseguramos serão trazidos este planeta inexoravelmente,
só não serão aceitos como tal por aqueles que se aferram
de tal forma às próprias concepções que
se mostram impermeáveis à qualquer mudança. Aí
concordamos, quando a verdade vier à tona, que muito dela parecerá
algo milagroso ou memso divino, quando de fato fato não passarão
de fenômenos naturais do próprio Universo, sujeitos à
Lei comum que governa a fenomenologia deste plano.
Neste momento, de revelação,
haverá o risco de, da incredulidade, se passar ao reverso
da moeda, ou seja a construção do mito. Ambas as situações
são indesejáveis, porque levam à percepção
equivocada da realidade. Os fundamentalismos de todas as formas nascem
dessas posturas mentais e já conhecemos seu efeitos.
Esta quadra refere-se a um período
futuro, e que teremos a oportunidade de dar conhecimento completo de seu
significado no momento adequado. O terceiro verso cita o ciclo do que
Nostradamus convencionou chamar de Luna e que é referido em diversas
outras quadras. Uma delas, a que anuncia o término das profecias é
I,68. Outra é
IX,65,
que descreve o motivo do quarto verso. Luina, aqui, é realmente
a Lua. O significado de Luna, e também da época desta porfecia,
pode ser obtido em I,56.
Voltaremos a esta quadra no futuro. |