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Os Dois Rochedos
Revisão em 02-AGO-2003.
 

 I. 87.
 
Ennosigée feu du centre de terre,
Fera trembler autour de Cité neufve :
Deux grands rochers long temps ferót la guerre,
Puis Arethusa rougira nouveau Fleuve.

 I. 87.

'Ennosigee'  fogo do centro da Terra
Fará tremer as redondezas da Cidade nova
Dois grandes rochedos por longo tempo farão a guerra
Pois Aretusa incandescerá um novo Rio
     
      Esta quadra está sendo associada a uma situação que começa a ser descrita em X,17

      Para compreender o seu significado é preciso mergulhar um pouco na mitologia grega, em particular sobre Aretusa. (Ver o texto de Aretusa. ) Ver Notas para se ter a formação do termo "ennosigée".
   
      Aproveitamos para fazer uma merecida homenagem à saudosa  Cássia Eller, discípula de Artemide, reproduzindo um de seus sucessos musicais mais conhecidos no Brasil.

      Esta quadra não tem qualquer menção a terremotos, erupções vulcânicas, aos atentados de 11-SET-2001, a futuros eventos sísmicos ou semelhantes  nos EUA ou à Cidade de Nova Iorque. A cidade nova citada é a futura capital da França, próximo a Lion. Não há nenhuma erupção vulcânica citada, pelo menos literalmente. E de fato deve-se considerar estritamente o termo "novo" no quarto verso.

     

     
Referências
     
X,17, C01Q021, P009M07, P010M08, IX,49, Aretusa,
     
Notas
     

11-DEZ-2004.  O termo "ennosigee" vem de "oeno", do latim, que é referente a vinho e à enologia e "sigee" é um "anagrama" de "siege" que tanto designa a parte posterior do corpo, sobre o qual a pessoa se senta, como também sede. As referências para este termo são: P009M07 e P010M08; há possivelmente uma referência em  IX,49, não divulgada no momento, que de fato está relacionada aos fatos dos  dois presságios citados. O significado do termo ainda terá que aguardar um bom tempo para ser revelado.

     
08-JUN-2002. Interpretação inicial.
     
Música
     
Malandragem.

(Cássia Eller).

Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha,
Cansada com minhas meias três quartos,
Rezando baixo pelos cantos
Por ser uma menina má.
Quem sabe o príncipe virou um chato
Que vive dando no meu saco,
Quem sabe a vida é não sonhar.
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem,
Pois sou criança

E não conheço a verdade,
Eu sou poeta e não aprendi a amar,
Eu sou poeta e não aprendi a amar.
Bobeira é não viver a realidade
E eu ainda tenho uma tarde inteira,
E eu ando nas ruas,
Eu troco cheque,
Mudo uma planta de lugar,
Dirijo meu carro,
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo pra cantar,
Pra cantar.
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem,
Pois sou criança
E não conheço a verdade,
Eu sou poeta e não aprendi a amar,
Eu sou poeta e não aprendi a amar.
Eu ando nas ruas,
Eu troco cheque,
Mudo uma planta de lugar,
Dirijo meu carro,
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo pra cantar,
Pra cantar.
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem,
Pois sou criança
E não conheço a verdade,
Eu sou poeta e não aprendi a amar,
Eu sou poeta e não aprendi a amar.
Quem sabe eu ainda sou uma garotinha...
     
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