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I.
87. |
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'Ennosigee' fogo do centro da Terra Fará tremer as redondezas da Cidade nova Dois grandes rochedos por longo tempo farão a guerra Pois Aretusa incandescerá um novo Rio |
| Esta quadra está sendo associada a uma situação que começa a ser descrita em
X,17.
Para compreender o seu significado é preciso mergulhar um pouco na mitologia
grega, em particular sobre Aretusa. (Ver o texto de
Aretusa. )
Ver Notas para se ter a formação do termo "ennosigée". |
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| Referências | ||
| X,17, C01Q021, P009M07, P010M08, IX,49, Aretusa, | ||
| Notas | ||
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11-DEZ-2004. O termo "ennosigee" vem de "oeno", do latim, que é referente a vinho e à enologia e "sigee" é um "anagrama" de "siege" que tanto designa a parte posterior do corpo, sobre o qual a pessoa se senta, como também sede. As referências para este termo são: P009M07 e P010M08; há possivelmente uma referência em IX,49, não divulgada no momento, que de fato está relacionada aos fatos dos dois presságios citados. O significado do termo ainda terá que aguardar um bom tempo para ser revelado. |
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| 08-JUN-2002. Interpretação inicial. | ||
| Música | ||
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Malandragem. (Cássia Eller). Quem sabe eu ainda sou uma garotinha Esperando o ônibus da escola sozinha, Cansada com minhas meias três quartos, Rezando baixo pelos cantos Por ser uma menina má. Quem sabe o príncipe virou um chato Que vive dando no meu saco, Quem sabe a vida é não sonhar. Eu só peço a Deus Um pouco de malandragem, Pois sou criança E não conheço a verdade, Eu sou poeta e não aprendi a amar, Eu sou poeta e não aprendi a amar. Bobeira é não viver a realidade E eu ainda tenho uma tarde inteira, E eu ando nas ruas, Eu troco cheque, Mudo uma planta de lugar, Dirijo meu carro, Tomo o meu pileque E ainda tenho tempo pra cantar, Pra cantar. Eu só peço a Deus Um pouco de malandragem, Pois sou criança E não conheço a verdade, Eu sou poeta e não aprendi a amar, Eu sou poeta e não aprendi a amar. Eu ando nas ruas, Eu troco cheque, Mudo uma planta de lugar, Dirijo meu carro, Tomo o meu pileque E ainda tenho tempo pra cantar, Pra cantar. Eu só peço a Deus Um pouco de malandragem, Pois sou criança E não conheço a verdade, Eu sou poeta e não aprendi a amar, Eu sou poeta e não aprendi a amar. Quem sabe eu ainda sou uma garotinha... |
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