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O Governo Talibã, o Decreto da Barba. Os Cativos em Guantânamo Revisão em 24-03-2003 |
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II. 79. La barbe crespe & noire par engin, Subjuguera la gent cruelle & fiere : Un grand Chyren ostera du longin, Tous les captifs par Seline baniere |
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II. 79. |
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O primeiro verso faz duas observações importantes. Ao dizer que "a barba crespa e negra irá subjugar uma gente cruel e crédula", referência diretamente Osama Bin Laden e o uso pretendido de sua barba, como símbolo de astúcia e inteligência. Também menciona o domínio dos Talibãs sobre a população afegã e seu decreto sobre o uso da barba. Nostradamus observa a fidelidade aos preceitos do Alcorão da população afegã, característica essa que foi usada para a implantação dos decretos dos Talibãs, um deles o citado acima. As mulheres foram as maiores vítimas desses decretos que regulavam seu cotidiano. Com a queda, muitas das facetas, tanto das facções que faziam parte da Aliança do Norte, quanto das que constituíam as forças de apoio ao regime deposto, vieram à tona. Uma delas foi realmente a crueldade das ações dos beligerantes. Da parte dos talibãs, as proibições eram absurdas - soltar pipa e jogar futebol entre elas - mas a punições eram cruéis. Os jogos de futebol, quando consentidos, eram interrompidos para que se presenciassem execuções. O próprio mulá Omar, chefe do regime talibã, implantara, ele mesmo, a lei do "olho por olho", ao assassinar publicamente um desafeto. Já do lado das forças da Aliança do Norte, o quadro não era muito diferente. O "general" Dhostun, indagado sobre a situação prisioneiros rebelados do regime talibã em Mazar-i-Sharif (ver III,48), respondeu simplesmente que "estava tudo sob controle". Quando correspondentes de guerra foram verificar, em torno de seiscentos prisioneiros haviam sido mortos, com sinais visíveis de execuções sumárias e pilhagem de cadáveres (ver ilustração). Do total de rebelados, apenas cem sobreviveram. A quadra III,48 parece referir-se ao evento. Esses fatos, antevistos por Nostradamus, levaram-no a montar o segundo verso.
O terceiro verso diz que um estadista poderoso
de país distante (George W. Bush, "Denys" ou "Dsney -
XI,Set
) iria "hospedar" todos os cativos da bandeira do crescente. Esta é
uma descrição da situação criada com as
detenções que os americanos fizeram, tanto dos combatentes
da Al-Qaeda, capturados no Afeganistão e levados para Guantânamo,
quanto para os prisioneiros detidos dentro dos EUA. |
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| Referências | ||
| III,48, XI,Set. | ||
| Notas | ||
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05-AGO-2002. Esta quadra está sendo revista em função da tradução do terceiro verso, que estava errada. Por um lado, a modificação não é substancial, uma vez que a identificação do local, Afeganistão, e o estadista, Goerge W. Bush foram mantidos. Porém, diferentemente do que havíamos suposto, há uma (sutil) diferença entre os termos banière (bandeira) e baniere (banir). A forma verbal ostera é usada por Nostradamus em geral para designar uma situação de cativeiro. Por ter sido uma das primeiras quadras a serem interpretadas, os erros de tradução e significado foram mais grosseiros. |
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| 03-AGO-2002. Introdução da associação do número da quadra aos ataques de 11/09. | ||
| 27-MAI-2002. Introdução da relação da quadra com o massacre de Mazar El Sarif (III,48) | ||
| 14-MAI-2002. Revisão do texto (cancelada). | ||
| 15-DEZ-2001. Revisão final ( cancelada) | ||
| Acompanhamento Histórico | ||
| 24-MAR-2003. | ||
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a) EUA levam para Cuba prisioneiros do Afeganistão. Os Estados Unidos transferiram cerca de 30 prisioneiros do Afeganistão para a base naval americana em Guantánamo (Cuba), elevando para 660 o número de homens reclusos no local, informou o Pentágono no domingo. |
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