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Fato Real: Rio de Janeiro, Fim de um Mal e Justiça

Revisão em 11-08-2002
 
II. 53.
 
La grande peste de cité maritime
Ne cessera que mort ne soit vengee :
Du juste sang par pris damne sans crime,
De la grand' dame par fainte n'outragee.

 
Ilustração da Virgem Santíssima

II. 53.

A grande peste da cidade marítima
Não cessará porque a morte não sairá vingada
Do justo sangue por prender danado sem crime
Da grande dama por fingir-se não ultrajada

 

     
      Esta quadra fala de eventos associados ao fato real.        

      O primeiro verso fala da peste da cidade marítima, isto é o Rio de Janeiro.  Nostradamus já identificou a cidade desta forma em IX,48. A relação é com IX,11.

    O segundo verso dize que a peste não cessará. Peste, aqui, deve ser entendida de forma ampla: convulsões sociais, conflitos, motins, etc. Mas pode ser efetivamente uma epidemia. Há um amenção a uma grand maladie, associada ao fato real em também E ele diz que a morte não será vingada, ou seja dá a entender que o motivo será justo (legítima defesa ou semelhante).

      O terceiro verso cita dois personagens: um, que terá o sangue derramado e outro que será condenado sem  ter cometido um crime efetivo. Para o primeiro, podem ser encontradas várias relações , porém a mais direta é II,51.  O segundo

     O quarto verso pode ser lido de várias maneiras. dame em geral é uma referência à República; mas também pode ser uma referência literal a um personagem feminino. E pode também haver uma junção de situações.

     
     
Referências
     
IX,48, IX,11, II,51.
     
Notas
     
21-10-2002. Revisão.  Correção do quarto verso. 
     
11-08-2002. Revisão.  Correção do terceiro verso.
     
26-04-2002. Revisão.
     
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