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II,88 O Ultraje aos Romanos: O Circuito do Fato Ruinoso Revisão em 04-OUT-2002 |
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II. 88 Le circuit du grand fait ruyneux Ao nom septiesme le cinquiesme sera D' tiers plus grand l' estrange belliqueux Mouton, Lutece, Aix garantira |
II. 88 O circuito do grande fato ruinoso |
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Esta quadra fala do ultraje aos romanos e da confusão que será
estabelecida. Porque os escândalos se misturarão e à
vista do julgamento popular mundial as situações serão
confundidas. No entanto, a situação de um, citado no segundo
verso não será a mesma de outros dois, porque advirá
de situações diferentes e terá início no chamado
fato real, aqui no Brasil. IV,88,
que tem por sinal dois a mais do número da centúria atual,
marca a sua concepção intelectual. O segundo verso diz que ao nome do sétimo o do quinto será. Vamos entender a simbologia e os números envolvidos. O sétimo citado é o sétimo Papa da Igreja Católica. Por que sétimo? A explicação advém da quadra V,92. Observemos que lá é indicada a numeração que dá a indicação de quem é o sétimo. Começando em Pio XII, o sétimo Papa da Igreja Católica será aquele que sucederá a Joseph Ratzinger, o sucessor de João Paulo II. Vejamos a numeração da tabela abaixo:
Por que há duas entradas para o Jovialista? A resposta está no quarto verso de VIII,69: "De trois deux l'un huictiesme Seraphin", Ou seja o sétimo e o oitavo serafins estão considerados como um só. BOm já sabemos que o sétimo (septiesme) é o Jovislista. E quem é (e por que) e porque quinto? O trecho abaixo é uma tradução de alguns trechos do site Books and Writers-Ludovico Ariosto: "Ludovico Ariosto foi um poeta italiano que viveu de 1474 a 1533 e dessa forma foi um contemporâneo de Nostradamus. Ariosto é celebrado pelo poema narrativo da Alta Renascença Italiana, Orlando Furioso. Muitos artistas usaram seus personagens e incidentes na pintura e tabalhos musicais. A pintura de Titian (1488-1576) para Ariosto, Retrato de um Cavalheiro,(1512), anteriormente chamada de Ariosto, apresenta um jovem nobre, que parece ao mesmo tempo uma pessoa de fácil aproximação e formalmente distante(restringida) (cf, X,12, final do segundo verso)... Ludovico Ariosto nasceu em Reggio Emilia, como filho do Conde Niccolò Ariosto. Sua família mudou-se para Ferrara quando ele tinha dez anos de idade. Lá estudou Direito de 1489 a 1494 e também iniciou seus estudos em literatura e língua latina e grega ob a tutela do humanista escolástico Gregorio da Spoleto. Seu pai morreu em 1500. Ariosto passou a cuidar dos negócios da família por alguns anos, como o mais velho de dez irmãos. Em 1502 tornou-se comandante do forte de Canossa. No ano seguinte, entrou entrou no serviço do Cardeal Ippolito d'Este. Como "familiare" ele deveria estar presente quando o cardeal comia, deveria estar pronto para aclamar o cardeal quando ele voltasse à casa, ajudava-o a se despir e dava-lhe bebidas de plantas medicinais. Gradualmente, Ariosto recebeu deveres mais altos. Em 1513, conheceu Alessandra Benucci. Após a morte do marido dela, Tito Strozzi, ela tornou-se sua amante. Como a família houvera se estabelecido confortavelmente em Ferrara, Ariosto recusou-se em 1517 a acompanhar o Cardeal d'Este À Hungria, alegando estar gripado. Foi demitido da corte e em 1518 entrou no serviço de Alfonso I, Duque de Ferrara, filho do Cardeal. Em 1522 foi enviado para governar a região de Garfagnana na parte mais inóspita e selvagem dos Alpes Alpeninos. Não ficoui satisfeito com essas obrigações e após trÊs anos retornou do posto assolado por bandidos a Ferrara. Por volta de 1527 casou-se secretamente com a viúva Alessandra Benucci, e gastou a última parte de sua vida revisando e ampliando Orlando Furioso. Ariosto nunca terminou a continuação de seu famoso trabalho, Os Cinco Cantos (Cinque canti ) ("Ao nom septiesme le cinquiesme sera") e morreu em Ferrara em 06-JUL-1533." Na última linha do parágrafo acima está a razão do Jovialista ser chamado em vários versos de "quinto". Observemos que o terceiro verso diz que ao sétimo nome o quinto (nome) será associado. É uma indicação muito direta que Nostradamus faz, sob a qual não iremos nos estender mais.. É deixada à perspicácia do leitor a complementação do significado da associação. O verso faz pois um associação do sétimo nome (Pedro, O Romano) ao quinto, dentro de uma analogia estabelecida no resumo biográfico acima. Por conseguinte, o fato ruinoso, isto é, o fato que trará a maior decadência de todos os tempos da Igreja Católica Romana ocorrerá , ao que tudo indica, após a eleição do Jovialista. Por nossos cômputos, isto deveria ocorrer por volta de 2009-2011. . Outras referências para o termo "cinquiesme" podem ser encontradas em X,27, XI,38. Para o terceiro verso ainda não temos uma idéia formada. Ele pode estar designando dois personagens. A invasão da Itália estará dentro da perspectiva dos muçulmanos em "punir" aquilo que seria para eles uma afronta a suas crenças (por exemplo, C01Q009) e os escândalos dentro da Igreja Católica, de natureza sexual, serão o combustível dessa invasão. Infelizmente isto se dará com o Jovialista à frente da Igreja e provocará a ruína da Igreja Católica. Dessa forma o terceiro citado aqui poderia ser muito bem l'onde(ver V,55), o que comandará a invasão da Itália pelo mar, em função dos eventos associados ao primeiro verso. As referências ao terceiro como l'onde podem ser encontradas em III,59, IV,60 (observe a "escadinha" das identificações) entre várias outras. No entanto, se fosse fácil interpretar Nostradamus, nossa tarefa estaria encerrada aqui com respeito a esse verso. O problema é que o simbolismo de "terceiro" também aplica-se ao Jovialista, por VIII,69, quando é dito que de três haveriam apenas dois. Logo, o Jovialista seria também "terceiro". Estamos
inclinados aqui a supor que a menção seja para l'onde, uma vez que a referência
ao mesmo or "terceiro" é bem mais dissem,inada na obra. |
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| Referências | ||
| IV,88, I,62, V,53, I,15, I,53, IX,9,V,92, VIII,69, X,12,X,27, XI,38, I,9, III,59, IV,60,XIII,Nov,V,55 | ||
| Notas | ||
| 18-SET-2004. Revisão de toda a interpretação. Atribuição do simbolismo para o termo "cinquiesme". | ||
| 04-OUT-2002. Revisão. | ||
| 25-JUN-2002. Interpretação preliminar | ||
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