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II.
95. |
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II. 95. Os
locais populosos serão inabitáveis |
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Esta quadra refere-se ao conflito entre judeus e palestinos. É uma guerra absurda. São dois povos que teriam tudo para para se unir, porque biblicamente são considerados irmãos. Não há petróleo em seu solo. E dessa forma desaparecem os argumentos de grandes interesses econômicos. Trata-se de uma região árida, que melhor seria cuidada se os beligerantes se unissem para construir um país próspero. De um lado, atentado suicidas, totalmente despropositados. O Governo do Iraque premia financeiramente as famílias dos mártires. Um cheque em troca de uma vida. Os assim chamados mártires desfilam com seus gorros negros a cobrir-lhes o rosto. Nostradamus mostra misericórdia para com esses em IV,24 e cita-lhes a insensatez em II,34. Um dos aspectos dessa guerra é o processo de despopulação ou melhor dizendo de inabitabilidade dos campos. A questão dos assentamentos de judeus e palestinos e sobretudo o processo de destruição de residências é também frisado aqui nesta quadra. Israel para realizar seus assentamento vem simplesmente criando uma massa refugiados. Não iremos nos esforçar em escrever uma interpretação verso a verso desta quadra porque seu teor e associações são muito evidentes. Por exemplo, o segundo verso cita a questão dos assentamentos na faixa de Gaza, etc. Apenas um comentário. Por que aqueles tão sentenciosos e plenos de argumentos, dinheiro e ideologias que sustentam a prática dos atentados suicidas não dão o exemplo e vão à frente de seus comandados? De preferência sós. Não só à frente, mas antes. Fariam um favor à humanidade. Nostradamus parece chamar esta guerra de Guerra dos Insensatos. Para nós, com todo o respeito e sem nenhuma intenção de fazer graça: é a guerra dos otários. |
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Referências |
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Notas |
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16-MAI-2004. A guerra dos insensatos continua. Os locais estão, como o verso diz, inabitáveis. E entre os irmãos, morte e dissensão. |
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Les
lieux peuplez seront inhabitables, |
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a) Milhares palestinos abandonam casas por temor a demolições |
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24-MAR-2003. |
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31-JAN-2003. |
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a) Israelenses destroem quatro casas na Faixa de Gaza. Exército israelense derrubou quatro casas de famílias palestinas, hoje à noite, na Faixa de Gaza, informaram fontes dos serviços palestinos de segurança. Os soldados entraram no campo de refugiados de Rafah (sul), perto da fronteira com o Egito, e destruíram as casas das famílias El-Sufi, Abu Zyada e Bahur. Sete blindados e uma escavadeira participaram da operação. Segundo as mesmas fontes, o Exército também entrou no campo de refugiados de Deir el-Balah, perto da colônia de Kfar Darom, ao sul da Faixa de Gaza, e destruiu a casa de Mohammed el-Jaldi. As razões desta operação ainda são desconhecidas. |
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b) Quarenta blindados israelenses invadem Jenin. Cerca de 40 blindados israelenses e jeeps do Exército invadiram hoje o acampamento de refugiados de Jenin, ao Norte da Cisjordânia. Houve troca de tiros entre os militares e os habitantes, mas não há informação sobre vítimas. Os soldados israelenses decretaram toque de recolher e assumiram o controle de vários edifícios |
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27-JAN-2003. |
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Sensatez |
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a) Judeus e palestinos lerão carta que promove a paz. Os participantes do encontro Diálogos pela Paz, que reuniu judeus e palestinos no 3º Fórum Social Mundial para discutir a paz no Oriente Médio, lerão hoje o documento Carta de Porto Alegre, que foi redigido por eles no encontro e que contém pontos como sugestões à promoção da paz entre os dois povos. A carta será lida às 15h30 no Gigantinho, antes da conferência de Noam Chomsky. A leitura foi transferida para hoje em função de atentado ocorrido em Gaza, na madrugada de domingo. |
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A Consciência |
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a) Oficial que impediu ataque a palestinos é punido. O Exército israelense destituiu recentemente um oficial do serviço de Inteligência Militar por não ter revelado uma informação necessária a um ataque aéreo contra Gaza, já que queria evitar vítimas palestinas, segundo o jornal Maariv. O bombardeio deveria ter sido lançado no último dia 5 na Faixa de Gaza contra um alvo da Autoridade Nacional Palestina (ANP), mas não foi empreendido por causa da atitude do oficial, com categoria de tenente, acrescenta a fonte. O ataque seria a resposta de Israel ao duplo atentado suicida palestino ocorrido nesse mesmo dia nas imediações da rodoviária de Tel Aviv, quando morreram 23 pessoas, entre elas sete cidadãos estrangeiros. Em um julgamento diante de seus superiores, o oficial disse que havia 'segurado' a informação necessária aos responsáveis pelo planejamento da Força Aérea "para evitar causar danos a palestinos inocentes". |
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A Insensatez |
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a) Explosão em Gaza mata três palestinos. Três palestinos morreram, sendo dois militantes do Hamas e uma adolescente, e nove teriam ficado feridos numa explosão de casas na Faixa de Gaza hoje à noite, de acordo com fontes locais, que acusam Israel pelo ataque. "Os helicópteros israelenses dispararam contra uma casa e mataram três pessoas", declarou um responsável da segurança palestina, indicando que apenas oito pessoas ficaram feridas na explosão, que acabou destruindo outras quatro casas. Fontes médicas informaram ter recebido os corpos de dois homens e de uma adolescente, além de membros pertencentes a um terceiro homem. Em relação ao número de feridos, as fontes médicas informaram que nove pessoas ficaram levemente feridas, devido aos estilhaços da explosão. |
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26-JAN-2003. |
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a) 3 mil palestinos sofrem com destruição de pontes. Três mil operários palestinos que ganham a vida na zona industrial de Erez, fronteira com Israel, se viram afetados pela destruição das quatro pontes que uniam o povoado de Bait Janun com o resto da Faixa de Gaza. palestinos informaram hoje, ao começar a semana de trabalho, que para chegar aos escritórios e fábricas dessa região, na qual trabalham com operários israelenses, devem caminhar de três a quatro quilômetros. As quatro pontes foram destruídas na sexta-feira passada pelo exército israelense com 400 quilos de granadas explosivas em represália pelo disparo de bombas e mísseis Al Kassam contra o povoado Sderot, a 6 quilômetros da Faixa de Gaza. O ministro da Defesa israelense, Shaul Mofaz, advertiu esta manhã que as autoridades militares estão considerando a possibilidade de voltar a ocupar toda a Faixa de Gaza, com mais de 1,2 milhão de habitantes palestinos em uns 350 quilômetros quadrados. As pontes datavam dos dias do domínio do Reino Unido na Palestina, que começou com a derrota do Império Otomano na Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e terminou em 1948, horas antes de ser proclamado o Estado de Israel, em 14 de maio desse ano. Esta manhã, a resistência palestina disparou outro desses foguetes, que caiu em território israelense mas em campo aberto, horas após uma operação militar em dois bairros da cidade de Gaza, na qual pelo menos 12 palestinos morreram e 56 ficaram feridos. |
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b) Israel impõe toque de recolher devido a eleições. O exército israelense vai impor hoje um estrito toque de recolher na Cisjordânia e em Gaza por causa das eleições parlamentares da próxima terça-feira em Israel. A medida afetará dezenas de milhares de operários palestinos desses territórios que entram diariamente para trabalhar em Israel. O ministro da Defesa, Shaul Mofaz, informou na reunião semanal do Conselho de Ministros que, nos últimos três meses, devido à intensificação das operações militares nos territórios ocupados da Cisjordânia e de Gaza, diminuiu de forma considerável o número de ataques de suicidas palestinos. O último deles, perpetrado por dois suicidas do Al Fatá, aconteceu no dia 5 deste mês em Tel Aviv e causou a morte de 23 pessoas. |
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c) Incursão israelense deixa 12 mortos e 64 feridos. Subiu para 12 o númro de mortos após a maior operação armada feita pelo exército israelense contra a Autoridade Palestina, desde sua criação, em 1994. Os feridos chegam a 64. O exército se retirou da cidade às 6h da manhã de hoje (horario local). A operação militar, com dezenas de tanques e helicópteros e realizada a apenas três dias das eleições em Israel, afetou especialmente o bairro de Saitun, no sul da cidade. Fontes médicas no Hospital Shifa, de Gaza, disseram que a maioria dos mortos e dos feridos é de civis, e que todos apresentam ferimentos provocados por tiros de grosso calibre lançados de tanques e helicópteros. Dúzias de tanques, veículos blindados e escavadeiras, apoiados por helicópteros, irromperam de madrugada nessa região do sul de Gaza, especialmente superpovoada e submetida a pressão, encontrando a resistência dos milicianos palestinos. O exército destruiu seis casas do bairro pertencentes a famílias de militantes do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) mortos em ataques suicidas contra alvos israelenses. As tropas israelenses também explodiram 20 garagens e oficinas metalúrgicas da área alegando que estavam sendo usadas para fabricar bombas e armas caseiras. Testemunhas palestinas da operação explicaram que o exército destruiu duas fábricas e que os projéteis lançados pelos tanques calcinaram a maioria das barracas instalados em um mercado público do centro da cidade. A incursão militar encontrou resposta dos milicianos palestinos, equipados com armas leves e granadas, que tentaram enfrentar a invasão. Grupos de milicianos informaram que conseguiram destruir dois tanques, enquanto algumas testemunhas afirmaram ter visto ambulâncias do exército israelense levando soldados feridos. Ao fim da operação, o ministro da Defesa, Saúl Mofaz, disse hoje que "temos todas as opções abertas, inclusive a reocupação da Faixa de Gaza", em declarações à rádio israelense. "A ocupação militar já foi considerada no passado e nós vamos decidir quando realizá-la", declarou. "Nosso dever é defender os cidadãos de Israel onde e quando for necessário e por todos os meios a nosso alcance", afirmou o general da reserva, ao antecipar que as autoridades militares estão preparando operações semelhantes para Hebron, onde na quinta-feira passada três soldados morreram em um ataque de palestinos armados. |
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d) Maioria no Oriente Médio apóia ações de guerra. O deputado palestino Zyad Abu Zaid e a ex-ministra de educação de Israel Shulnulamit Aloni ficaram frente-a-frente hoje no 3º Fórum Social Mundial, em Porto Alegre. O assunto dois dois foi a busca pela paz para os conflitos no Oriente Médio. O deputado palestino citou uma pesquisa indicando que 54% do povo palestino apóiam os ataques suicidas, mas, por outro lado, 56% estão dispostos a dar apoio a medidas de cessar-fogo. Já em Israel, 70% do povo apóiam as medidas de segurança do governo, mas 60% estão a favor de um acordo político, se o mesmo trouxer segurança aos israelenses. "Isso mostra que o caso não está perdido. Devemos tentar a intervenção de um terceiro para separar as terras", disse o deputado, pedindo ajuda das Nações Unidas para que o processo se inicie. A ex-ministra de Israel também defendeu a presença de uma terceira parte inteligente para tentar alcançar a paz. Ela considerou que desde que Ariel Sharon assumiu o governo está difícil amar o seu país. Aloni disse que a utilização de homens-bomba palestinos em Israel é prejudicial à tentativa de acordos de paz, pois causa um medo constante na população. " É difícil haver acordos de paz enquanto continuarem a mandar." |
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Seria interessante que esses insensatos(de ambos os lados do conflito) pudessem dar uma olhada no que Nostradamus pensava a respeito de suas idéias e de suas capacidades. Não faria mal. |
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21-JAN-2003. |
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a) Lojas palestinas são derrubadas e geram conflitos. Tropas israelenses dispararam gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes em uma vila palestina na Cisjordânia hoje, enquanto escavadeiras demoliam cerca de 50 lojas que Israel afirma terem sido construídas de maneira ilegal, disseram testemunhas. Dezenas de manifestantes, incluindo ativistas israelenses dos direitos humanos, foram forçados a recuar quando atiravam pedras contra os soldados na aldeia de Nazlet Issa, perto da cidade de Tulkarm. |
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16-JAN-2003. |
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a) Israel destrói nove casas palestinas em 24 horas. O Exército israelense destruiu nove casas de cidadãos palestinos nas últimas 24 horas em diferentes pontos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza. Escavadeiras israelenses auxiliadas por veículos blindados derrubaram hoje quatro casas palestinas na cidade de Rafá. O porta-voz das forças de segurança palestinas disse que as quatro casas foram totalmente destruídas e que outras nove ficaram parcialmente danificadas. |
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06-JAN-2003. |
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a) EUA pedem que Israel modere política de demolição. Os Estados Unidos pediram a Israel que meça o resultado do dano da política de demolição de casas palestinas na Cisjordânia e em Gaza. O exército de Israel utiliza escavadeiras militares para derrubar casas palestinas. Em Rafá, ao sul da Faixa de Gaza, 26 casas foram destruídas pelo exército nos últimos dias e cerca de 250 palestinos ficaram sem teto. |
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23-DEZ-2002. |
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a) Israel derruba oito imóveis palestinos. Um processo de demolição paulatina de residências, aplicado a longo prazo, se der certo, terá como conseqüência a formação de uma massa enorme de desabrigados e refugiados. É uma forma completamente absurda de se combater o também absurdo processo de atentados suicidas. |
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17-NOV-2002. |
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a) Exército de Israel demole mais casas de palestinos. Esta notícia exemplifica o que é dito no primeiro verso. |
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03-OUT-2002. Revisão. |
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26-DEZ-2002. Interpretação inicial. |
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