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| A Descoberta do Personagens. O Conflito Político. Revisão em 11-MAI-2003 | |
![]() | IV. 28. |
Quando
então Venus pelo Sol será coberta
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Esta quadra referiu ao quadro político reinante aqui
no Brasil durante a campanha eleitoral de 2002, em particular do
período (aproximado) com início em MAR-ABR-2002.
Àquela época, como á sabido, as
preferências eleitorais iam em uma
direção e devido aos eventos que tiveram
ampla divulgação nacional, citados no quarto verso de
XLIX,Mar, a
intenção de voto modificou-se em outro sentido, tendo
uma das candidaturas perdido o ímpeto. |
O
eleitorado seduzido. |
| a
situação.
Foi uma época em que até o então
pré-candidato José Serra
também caiu nas pesquisas de
intenção de voto.
O quarto verso cita Mercúrio. Mercúrio aqui deve ser entendido como o mensageiro, o intérprete das profecias. O seguimento do verso usa uma expressão que ficou cunhada ao longo de toda a campanha eleitoral. Os candidatos, no fragor da disputa eleitoral com freqüência usavam o termo "insulto" para qualificar a retórica política. De fato, Nostradamus usa o termo que foi cunhado à época para vinculá-lo com o fato. No entanto, quando aplicado ao personagem identificado por Mercúrio, insulto, aqui, deve ser entendido literalmente. Consistiu, de fato, de uma seqüência de correspondências eletrônicas, anônimas, enviadas à Chefia de Órgão público estadual, a partir de abril/2002. Nessas correspondências, |
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| várias
afirmativas estavam presentes, entre elas a citação
das interpretações destas profecias como argumento a
desqualificar o intérprete como pessoa
digna de crédito. Sobretudo, em outras afirmativas
incorreu-se no crime de calúnia, tipificado no código
penal. Como a autora das cartas deverá responder a
ação criminal (e também
cível), antecipamos aqui o que - quase certo -
está previsto em CXXXVIII,Ago,
que com toda a certeza aplica-se a partir de AGO-2003.
Iremos transcrever na documentação dos fatos desta
interpretação a íntegra de uma das cartas em
breve.
A ligação dessas
correspondências com as questões
político-partidárias ou eleitorais provavelmente
foram devidas à identificação do
atual ex- presidente
do Brasil, Exmo. Sr. Fernando Henrique Cardoso, com o
personagem designado
por Nostradamus como Henrique, Segundo. Essa
identificação
foi vinculada, equivocadamente com a questão
sucessória no
Brasil. O que não absolve autora dos delitos
cometidos. É importante observar que em CXXXVIII,Ago é destacada a
condição de anonimato da autora na
elaboração das cartas, confirmando a
pertinência da interpretação com a
situação citada.
Essa vinculação, equivocada, apenas existiu na mente daqueles que agiram de acordo com o quarto verso, sobretudo se for levado em conta que, mesmo agora, passadas as eleições de 2002, ainda evitamos divulgar textualmente a identidade dos personagens, deixando a cargo do leitor efetuar o julgamento dessas interpretações. Passado o período eleitoral, mantemos integralmente a identificação feita, principalmente porque a relação com o cargo do identificado é meramente incidental. A identificação tratou-se de fato, de algo decorrente do uso de faculdade intuitiva, completamente desvinculada de quaisquer outras influências. (ver XXXVIII,Abr para a descrição da identificação). Em I,2, segundo verso, Nostradamus diz o que é feito pelo intérprete para identificar um personagem. Ainda que de forma distinta, foi relativamente semelhante à identificação do personagem l''onde (ver V,55), embora no caso de Henrique, Segundo, o fato (a cerimônia dos maoris) tenha sido determinante e não o rosto do,personagem. Nostradamus também realizou identificações desse tipo, ora usando marcas de nascença ou outros aspectos semelhantes.
E aqui, colocamos mais um ponto importante
para aqueles que já compreendem o significado das Profecias de
Nostradamus.
O seu acerto evidencia-se principalmente nos
equívocos dos que
não as compreendem. E foi por isso que, sem compreender o
significado
profundo delas, agiram exatamente de forma a confirmar a
desqualificante
acusação mencionada no quarto verso. Um caso
típico
de quem se coloca deliberadamente na trajetória de um
projétil,
apesar dos avisos. Em síntese, tanta
oposição, tanta bobagem, que gerará
conseqüências gravíssimas, por absolutamente
nada.
Esse último parágrafo mereceria uma boa dose de reflexão para aqueles que de alguma maneira se sintam citados em uma quadra ou profecia. A melhor maneira de lidar com a situação é simples: se o ato for condenável ética ou moralmente, simplesmente não aja de acordo com ele. Por fim, a atitude que adotamos aqui, a de manter a identificação feita, está totalmente de acordo com o segundo verso de VIII,I, onde é previsto que os prognósticos seriam mantidos, principalmente porque não haveria nenhum motivo para mudá-los. A identificação de Henrique, Segundo, não é uma questão de diletantismo ou desejo pessoal do intérprete. Deixamos também a importante observação de que esta interpretação não vincula, necessariamente, a autoria das correspondências citadas no quarto verso aos personagens eventualmente implicados no primeiro verso. Ele apenas diz que a identificação dos personagens, em função da menção a Henrique, Segundo, é que iria produzir a ação mencionada no quarto verso, mas não que os personagens seriam os autores, mandantes, responsáveis, etc. É importante fazer a distinção, a bem da verdade.
Pelo menos é o que julgamos.
O destino desses personagens (os inimigos ocultos) é delineado
em CXXXVIII,Ago, especialmente
para os que tiverem agido nas sombras. |
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| Referências |
| XLIX,Mar, XXXVIII,Abr, V,55, VIII,1, IV,33. |
| Notas |
| 28-NOV-2002. Divulgação das identidades de Sol e Venus. | ||
| 02-NOV-2002. Revisão completa do texto. | ||
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