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V,73 A Perseguição da Igreja na Europa. Árabes e Poloneses de Novo Aliados. A Crise Polonesa de 1968 e a Primavera de Praga. Interpretação preliminar. em 07-DEZ-2006. |
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V. 73 Persecutee sera de Dieu l'Eglise Et les saincts Temples seront expoliez, L'enfant la mere mettra nud en chemise, Seront Arabes aux Pollons ralliez. |
V. 73 Perseguida será a Igreja de Deus E os santos templos serão espoliados O jovem porá a mãe(a Igreja) nua em camisa Serão os poloneses aos árabes de novo aliados |
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"A crise da Polônia em 1968 descreve uma dos maiores protestos de estudantes e intelectuais contra o governo comunista da República Popular da Pĺônia, a sua repressão pelas forças do estado e o anti-sionismo soviético concorrente. Os protestos de intelectuais e estudantes conincidiram e deram suporte aos eventos da Primavera de Praga, na vizinha Tchoeslováquia. Antes da campanha, que começou em 1967, a Polônia tinha 40.000 judeus; em poucos anos, menos de 5.000 permaneciam. Antes do Holocausto, 3,3 milhões de judeus viviam na Polônia e àquela época era a segunda maior comunidade judaica no mundo." (Wikipedia, 1968 Political Crisis) Assim a Encipclopédia Livre Wikipedia refere-se à crise Política de 1968 na Polônia, reflexo da Primavera de Praga, mas que possuía também características próprias. A insatisfação de parte da Europa por trás da Contina de Ferro com o regime opressivo da União Soviética encontrou nos intelectuais e estudantes uma via de escoamento e o resultado que se viu foi o regime soviético confrontado por traś do "forte limado" (ver IV,59). Mas por época da insurgência dos movimentos que buscavam respirar por trás da Cortina de Ferro, tivemos também, no Oriente Médio a eclosão da Guerra dos Seis Dias, quando Israel avançou sobre as fronteiras do Egito, ocupando o Sinai e a Faixa de Gaza, além de ter liquidado com a aviação egípcia. Talvez o centro desta quadra esteja no quarto verso; Nostradamus previu que poloneses e árabes voltariam de novo a sew aliados. A primeira vez que isto aconetceu foi exatamente por época da Guerra dos Seis Dias. Para compreender esse apoio, é preciso remontar às origens do tema, onde a questão dos judeus na Europa desempenha um papel central. Os judeus vieram para Europa Ocidental a partir do Séc. X (em 966). Em sua longa e tortuosa trajetória, a Polônia sempre foi considerada "o paraíso dos judeus". Por exemplo, quando os judeus foram expulsos da Espanha em 1492, mas também da Austria, Bohemia e Alemanha, a imigração para uma tolerante Polônia foi estimulada e ela foi considerada como o paraíso para os exilados do Oeste da Europa, tornando-a o centro cultural e espiritual para o povo judeu. No entanto, esse "paraíso", não deve ser entendido iteralmente; dependendo da época, as politcas com respeito aos judeus na Polônia podiam ir da aceitação plena, incluindo direitos civis e manutenção de seus traços culturais e religiosos à perseguição e restrição desses direitos, dependendo de quem estivesse no poder. Dessa forma, quando eclodiu a Guerra dos Seis Dias, a Pólônia fazia parte da Cortina de Ferro. A população era, em geral, favorável a Israel. Mas o governo socialista de Władysław Gomułka, junto com a elite comunista, parece ter visto nela uma boa oportunidade tanto de afagar os líderes de Moscou quanto de estender a repressão aos setores poloneses que se postavam contra a dominação soviética da Polônia. E a forma usada para isto fgoi o alinhamento contra Israel na Guerra dos Seis Dias, seguindo a orientção soviética de apoio aos árabes no conflito. Dessa forma, Gomutka passou a mobilizar o sentimento anti-sionista tão presente na população da Polônia. E aí tivemos os poloneses aliados aos árabes pela primeira vez. Esta quadra, em nosso entendimento, cita uma aliança entre poloneses e árabes que será reeditada e refere-se também à perseguição que a Igreja Católica - e por conseguinte os católicos - passará, como a invasão da Europa. Lembremos que em I,3, é dito que "brancos" (europeus) e "vermelhos" (isto é, africanos) viriam a julgar "ao inverso", ou seja, devolvendo as situações que supostamente lhes teriam sido impostas pelos cristãos (uso do véu, etc). O primeiro e o segundo verso falam das perseguições que a Igreja Católica sofrerá face à invasão islâmica. Esse tema também é citado na quadra IV,24. No momento, esta invasão está prevista para algo emtorno de 2009-2011 ( a rigor, cinco anos após o fato citado em XI, 44, terceiro verso, que por hipótese aconteceu em JUN-2006) O terceiro verso fala ma mãe (a Igreja) posta desnuda pelo filho. É um verso que, face ao acontecimentos que virão, pode ter vários significados. O termo "enfant" quer dizer em princípio "jovem" mas também quer dizer "filho" e esse duplo é que sentido dá margem a várias interpretações. primeiro, porque l'onde, Mohamed bin laden, o terceiro filho de Osama bin laden (ver V,55), será "um jovem" dentro da simbologia de Nostradamus e o termo "mãe" pode ser uma referência não à mãe de Mohamed bin laden, mas à Igreja. Mas pode ser que o jovem citado no verso não seja Mohamed bib laden, mas outro, ligado aos eventos previstos acontecer na Cidade do Riode Janeiro, ou ainda uma figura ligada oas eventos que darão margem à ampliação da crise da Igreja Católica, que começará com Joseph Ratzinger e se aprofundará quando seu sucessor, a quem Malaquias chamou de "In Extremis Presecutione" e de Pedro, O Romano e Nostradamus por vários outros nomes, entre eles o de Jovialist(a). O quarto verso é interessante na medida em que citar a reedição da aliança entre árabes e poloneses, ocorrida na Guerra dos Seis Dias, como descrito na introdução desta interpretação e esta aliança acontecerá em função da invasão islâmica da Europa. |
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| Referências | ||
| IV,59, I,3, IV,24, XI, 44, V,55. | ||
| Notas | ||
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07-DEZ-2006. Interpretação preliminar. |
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