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VI,21 O Grande Templo Protegido Revisão em 16-AGO-2004. |
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VI. 21. Quand ceux de polle artique unis ensemble, En Orient grand effrayeur & crainte, Esleu nouveau soustenu le grand temple, Rodes, Bisance de sang barbare tainte, |
VI. 21.
Quando aqueles do pólo ártico forem unidos
juntos |
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Esta quadra refere-se a um quadro futuro, envolvendo a Europa, em particular a Itália. O primeiro verso fala de um aliança que não está clara no momento qual será. O termo "pole artique" em princípio estaria designado o "pólo ártico", ou "pólo setentrional". Não podemos ver outra alternativa a não ser uma referência às duas Coréias, isto em acordo com o que é dito no segundo verso. O segundo verso fala do Oriente (China, Tibet, etc). Mas pode ser uma referência também ao Oriente Médio (incluindo aí a Turquia). O terceiro verso fala do Jovialista, que "sustentará" o GRande Templo, isto é, a Igreja Católica, Roma. O quarto verso pode estar detalhando as áreas atingidas pela guerra; Bisâncio é uma referência à Turquia É importante ter cuidado com o significado da aliança. Ela não cita os países. Devemos analisar um "país" segundo a ótica de quem detém o poder e não da nacionalidade em si, que diz muito pouco. Por exemplo, a Itália, na Primeira Guerra Mundial, lutou ao lado da Entente (Inglaterra, França e Estados Unidos) e na Segunda, ao lado das potências do Eixo (Alemanha, Japão, Hungria, Romênia, etc). Essas migrações de poder confundem o quadro que se venha a formar de uma situação futura, cujas principais características não estão claramente definidas no momento da análise. |
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| Referências | ||
| Notas | ||
| 16-AGO-2004. Revisão e reformatação. | ||
| Ant(Loc) |
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