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JFK: Máfia, Inocente Morto e Culpado Escondido

 
Revisão  em 21-JAN-2004
 

   VI. 37
.

L'œuvre ancienne se parachevera,
Du toict cherra sur le grand mal ruyne,
Innocent faict mort on accusera,
Nocent caché, taillis à la bruyne.

   VI. 37

A obra arcaica chega à sua perfeição
Do teto jorra sobre o grande o mal e a ruína
Um inocente feito morto ao ser acusado
Culpado oculto, bosque em bruma

     

        Esta quadra, sem  dúvida, relaciona-se com o assassinato de John Kennedy, em 1963. Esta é uma interpretação preliminar, que viremos a detalhar em breve.

        O primeiro verso fala sobre a L'œuvre ancienne,  uma referência à Máfia, cujos primórdios datam do final do Séc. XIX, mas cujas raízes são extremamente antigas, com rituais e moral anacrônicos, o que lhe garantiria o epíteto de uma das mais infelizes obras já surgidas na História da Humanidade.

        Os tempos futuros não estarão minimamente reservados para seus seguidores. A queda de seu poder aparente servirá para demonstrar a insustentatibilidade de seus argumentos, a desumanidade de sues atos. O triunfo do Nova Humanidade, a inutilidade de seu silêncio. Porque não haverá bombas, mortes, tiros ou facas capazes de impedir a Chegada da Lei Maior. Será visto que lutavam contra si mesmos.

          O segundo verso, faz uma alusão ao "toict", que dizer teto. No caso de Kennedy, pode ser

a   ausência dele.  Mas pode também referir-se ao ponto de onde foram efetivamente feitos os disparos. O quarto verso parece indicar de onde partiram. Pode ser que seja um local totalmente insuspeito, como aliás é praxe de ação da Máfia. Sobretudo, fazemos aqui uma observação: se o assassinato de John Kennedy foi obra da Máfia, é altamente improvável que o atirador ou atiradores não tenham usado silenciadores ou se postado em um local de onde seria pouquíssimo provável que viesse(m) ser reconhecido(s). O resto é conversa fiada.

       Preso no Brasil na década de 70, Tomaso Buscetta foi um dos grandes chefes da Máfia cujos depoimentos precipitaram uma verdadeira devassa na organização, tanto na Itália quanto nos EUA.
      Teto, no caso, pode significar também topo, cúpula e isso estaria inteiramente de acordo com o primeiro verso.
A Máfia não cessou de existir (tanto nos EUA quanto na Itália e em outras partes do mundo), mas  sofreu um duro golpe, e esta quadra pode estar anunciando, a longo prazo

o seu  término final (vai acabar mesmo, ruir).   O terceiro verso fala do inocente morto ao ser     acusado, no caso Lee Oswald. Não sabemos se Oswald era exatamente uma  pessoa  inocente, porém o que Nostradamus está a dizer que naquele evento ele o era. Não foi Oswald que assassinou JKF.

         O último verso fala do culpado escondido e na continuação  do verso, uma informação, que deve ser lida com cuidado. O termo "taillis" quer dizer um pedaço de um bosque, touceira, cerca viva,  que é periodicamente podada. Mas também pode ter o significado de silhueta. E "bruyné" quer bruma, talvez indicando a fumaça proveniente do disparo da arma de fogo. No entanto, o termo "estre bruyné" quer dizer percurso celeste, o caminho diário do sol. Sobretudo, "bruyné também quer dizer crescente (fala-se das sementes). Na ilustração de topo, uma das testemunhas que afirmaram que os tiros partiram da  touceira, que como pode se ver, é podada periodicamente. Isso confirmaria o que  a quadra afirma.

       Muitos já tentaram encontrar a bruma produzida pela fumaça do dos disparos -alguns afirmam terem  sido em número muito maior do que o afirmado. Outros reduzem o número de tiros com a  "teoria da bala mágica". Alguns falam do homem do guarda-chuva.

        Nosso ponto de vista é que, se não houver outra touceira do tipo das que são podadas periodicamente, o lugar seria aquele mesmo. Provavelmente as fotos disponíveis não possuem nem resolução nem uma tomada suficiente para identificar exatamente a situação. E talvez tenhamos que nos satisfazer tão somente com o relato de Nostradamus, em tudo e por tudo, a expressão da verdade sobre o que aconteceu.

Algumas curiosidades numéricas(1):

       VI, 37  => 6, 3, 7 => 63 => 1963, ano do assassinato
                      Somando-se o 6 duas vezes, isto é, fazendo 6 + 6 + 3 +7 = 22
                      Dividindo por 2, para "compensar",   22/2 = 11
                     
       22/11/1963, data do assassinato

Ampliação por computação gráfica da foto   da foto de Mary Moor Man, revela um atirador vestido de  com uniforme de policial no alto da colina no momento em que dispara o tiro portando um rifle

     
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Referências

(1) No momento, a nossa postura é considerá-las  meras coincidências. Pode ser que no futuro venhamos a compreender o que está efetivamente dito a respeito das datas a partir da identificação das quadras e presságios.  Mas tenhamos em mente que é possível efetuar inúmeras pequenas manipulações aritméticas para se "forçar" um determinado resultado. Por isso, por enquanto os cômputos como os acima são considerados meras especulações.  No entanto, é curioso observar que a quadra que associamos à Marilyn Monroe, que manteve um relacionamento com JFK, apresenta algumas coincidências numéricas que também envolvem pequenas manipulações  como esta acima.(ver C10Q028)

C10Q028.
     
Notas
     
21-JAN-2004. Aposição da foto obtida por computação gráfica mostrado um homem trajado de guarda com um rifle apontado no momento do tiro. A foto original é a da primeira de todas as ilustrações, no canto superior esquerdo.
     
11-JUN-2003. Introdução de relações aritméticas entre a identificação da quadra e a data do assassinato.
     
27-FEV-2002. Interpretação inicial.
     
         

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