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Henrique Segundo, Um Estadista do Mundo.
Revisão de 30-JAN-2004
 

VI. 70.
 
Au chef du monde le grand Chyren sera :
Plus outre apres aymé, craint, redoubté :
Son bruit & loz les cieulx surpassera,
Et du seul tiltre Victeur fort contenté
 

VI. 70.

Ao chefe do mundo o grande CHYREN será
Mais outro após (será) amado, temido, respeitado
Sua fama e brios aos céus atravessará
E do título único Victeur fortemente contentado
 

     

        Esta quadra  está sendo revista. À época das interpretações anteriores não possuíamos à mão nem um original confiável da quadra e nem conhecimento adequado para compreendê-la corretamente, o que nos fez adotar interpretação e tradução absolutamente erradas. A revisão atual virá corrigir esses erros.
     
       A primeira questão refere-se ao nome CHYREN. É um anagrama parcial do nome de Henrique, Segundo. Como anagrama parcial, apenas parte do nome é utilizado (por exemplo, RENAD, TOLENDAD, D'ARIMIN PRATO, CHIEF, ANNIBAL, L'ONDE, DENYS, etc). Da mesma forma, é feita uma referência simbólica. O termo chien quer dizer cão. E dessa forma as forças de Henrique, Segundo são designadas (ver, por exemplo, C02Q042 ou mesmo C04Q093). Sabemos que o cão é antes de mais nada um animal fiel, e esta será uma das características das forças de Henrique, Segundo, na França: a fidelidade ao líder.

CHYREN => HENRY C => HENRY(QUE) C(ARDOSO)

Há outras razões para essa designação. Como vimos em P039M04, Nostradamus fala em sang mathien, significando a mescla de raças, no caso o sangue mestiço. mathien é uma espécie de corruptela de matinée, que quer dizer a mescla de cães de raças diferentes.   Esta também é uma característica de Nostradamus que  simboliza forças e chefes militares por nomes de animais (urso=URSS, Aquilon= Rússia, Galo=jovialista, lobo=Alemanha, Águia=EUA, leão=Inglaterra, crocodilo=Iraque, Corça=Polônia, etc)

Moscou, 14 de janeiro de 2002 - - O presidente Fernando Henrique Cardoso sorri durante visita à Universidade de Moscou
Foto: Portal Terra


     
  Pelas interpretações de quadras já publicadas (C04Q077, C08Q064, C09Q033), pela análise da Carta a Henrique, Segundo,  pela ocorrência de fatos  previstos nas profecias e sobretudo pelas quadras citadas acima, nos foi possível levantar a sua identidade.
         Henrique, Segundo será descoberto descender de importante Casa Real Européia, os Bourbons, já  neste ano de 2004 e em decorrência  de eventos que estão para ocorrer no futuro, muitos deles extremamente dolorosos para a Humanidade,  será consagrado Rei  da unificação de dois países europeus, hoje em dia separados, (C01Q051), a França e a Itália. Esclarecemos que na tradição européia, as famílias reais não mantém o conceito de nacionalidade como nas repúblicas americanas, quando é obrigado, em geral,  que o dirigente de um país seja um cidadão nato da sua terra. As diversas famílias reais, para manter a linhagem  e,

 por conseqüência,  o poder, realizavam casamentos por conveniência com outras casas que reinavam em países estrangeiros para, por exemplo,celebrar alianças,  eliminar riscos de guerra, etc.
        Com a vacância de Franco, por exemplo, a Espanha aclamou Juan Carlos II como rei,  em pleno   Século XX. Por conseguinte, não deve causar estranheza a coroação de um Rei  que não tenha nascido em um dos países e muito menos a unificação de reinos, ocorrência histórica relativamente comum na História da  Europa, mesmo

Ucrânia, 16 de janeiro de 2002 - Presidente da Ucrânia, Leonid Kuchma (à direita) e Fernando Henrique (terceiro da direita para esquerda) passam pela Guarda de Honra do palácio Mariyinskiy, em Kiev
Foto: Portal Terra

a contemporânea.    
         E, porque não, como se aproximam os momentos em que toda a trama relacionada com a descoberta de sua origem real se aproximam,

 reafirmamos nossa mensagem de desejar-lhe, como Nostradamus o   fez,  que a  Vitória seja fortemente associada a seu nome, nesta ou em outras plagas.
      O primeiro verso fala de Henrique, Segundo, como um chefe do mundo.  Uma de suas características é a capacidade em lidar com questões dentro de uma perspectiva global, visualizando horizontes amplos. A sua habilidade em lidar de maneira firme com os governantes mais poderosos lhe granjeou reconhecimento frente a importantes líderes mundiais (Bill Clinton, Tony Blair, Jacques Chirac, Kofi Annan, para citar apenas alguns). UM dos aspectos mais fortes de seus dois períodos de governo foi a política externa, que permitiu a obtenção de recursos externos vultosos para o país em momentos de instabilidade econômica. Este é um exemplo de uma política externa bem sucedida que acaba por gerar recursos importantes para um país. Após  o término de seu

governo no Brasil em 2003, Fernando Henrique Cardoso está cotado para chefiar um comitê da ONU (ver Notas). Sobretudo, suas opiniões e pontos de vista são considerados na comunidade internacional e sua atuação deverá se ampliar ainda mais tão logo sua origem nobre venha a ser revelada.


Moscou, 14 de janeiro de 2002 - FHC e Putin se cumprimentam no Salão Vermelho
Foto: Portal Terra

 
    O segundo verso agora cita César de Nostredame, como um outro que a ele sucederá. A temática do verso é semelhante ao desenvolvido em  C05Q006, C04Q010 - quarto verso -, C11Q015, C05Q041, C10Q079, para citar algumas. A lista bem mais longa. A observação interessante é o termo redoubté, que se diz de alguém (atenção: aviso aos navegantes) a quem se teme ofender (ver Traduções abaixo), e que foi traduzido por respeitado.

    O terceiro verso fala do tema já desenvolvido em C01Q050 e C10Q075 a respeito do Jovialista. No  entanto deve-se observar, a exemplo de outras quadras, as situações de Henrique, Segundo e de César de Nostredame  são propositalmente "emboladas" uma vez que os dois personagens terão uma interação extremamente próxima. Dessa forma, o dito no terceiro  verso aplica-se a Henrique, Segundo, igualmente, como também é citado em

C09Q033.
 
   
          O quarto verso fala de seu título único, o de Vitorioso, significando que não terá qualquer título nobiliárquico, diferentemente de Henrique, Segundo.
 
              Voltaremos a esta quadra.

 

Moscou, 14 de janeiro de 2002 - O presidente Fernando Henrique Cardoso recebe, do reitor Viktor Sadovnichy, o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Moscou
Foto: Portal Terra

   
     
Referências
     
C02Q042,C04Q093,P039M04,C04Q077,C08Q064,C09Q033,C01Q051,C05Q006,C04Q010,C11Q015,C05Q041,C10Q079,C01Q050,C10Q075,
C09Q033.
     
Notas:
     
30-JAN-2004. Correção da data prevista, do ano de 2003 para o ano de 2004.
     
18-02-2003. Revisão total da quadra. Inclusão da menção a César de Nostredame.
     
   

a) FHC chefiará comitê da ONU.  O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chefiará uma comitê das Nações Unidas encarregado das relações com a sociedade civil, que será formado por especialistas de alto nível. O secretário-geral, Kofi Annan, anunciou no último dia 30 de setembro a criação deste comitê, parte do esforço da ONU para ser "mais eficiente e capaz de responder às novas demandas do século XXI", disseram fontes da organização. O comitê será formado por outros 11 membros de alto nível, procedentes do mundo da política, de organizações não- governamentais e as universidades ou o setor privado. Um dos objetivos do novo comitê será buscar formas de a sociedade civil dos países em desenvolvimento desempenhar um papel dentro da ONU, para facilitar a participação das organizações não-gornamentais, do setor privado e o político. A criação deste grupo de trabalho surge no momento em que as ONGs experimentam um forte crescimento, tanto no número de membros como em sua capacidade de influência nas decisões dos grandes organismos internacionais. De fato, a ONU reconhece que este tipo de organização colabora estreitamente nas missões de ajuda humanitária e no desenvolvimento de projetos. Além disso, alcançaram importantes sucessos em áreas prioritárias de trabalho da ONU, como a luta contra as minas antipessoais e a redução da dívida dos países pobres. Além do ex-presidentee Cardoso, fazem parte deste grupo Juan Mayr, da Colômbia; Bagher Asadi, do Irã; Brigita Dhal, da Suécia; Peggy Dulany, dos Estados Unidos; André Erdos, da Hungria; Asma Jader, da Jordânia; Malini Mehra, da Índia; e Kumi Naidoo, da África do sul. Também Mary Racelys, das Filipinas; Prakash Ratilal, de Moçambique; e Aminata Traoré, de Mali.

   

b) FHC diz que guerra demonstra supremacia da força.  O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso afirmou hoje, em Madri, que uma guerra no Iraque seria conseqüência de "um unilateralismo" que conduz "à supremacia da lógica da força". A declaração foi feita em uma conferência proferida na sede da Fundação para as Relações Internacionais e o Diálogo Exterior (Fride), na qual esteve acompanhado do ex-presidente do Governo espanhol Felipe González (1982-1996). Cardoso, presidente do Clube de Madri, criado em maio de 2002 com o objetivo de "reforçar a democracia no mundo", disse que não se lembra de "um momento mais difícil que o atual" e insistiu na necessidade de reconsiderar organismos como o Conselho de Segurança da ONU como catalisadores das decisões e interesses internacionais. Em sua conferência sobre "o papel do multilateralismo nas relações internacionais contemporâneas", o ex-presidente disse que "em tempo de conflitos, a lei do mais forte sempre se impõe disfarçada de algum valor". E diante disso, "não há possibilidade de uma paz duradoura se não houver regras decididas sob consenso nos organismos internacionais". O ex-presidente reconheceu que instituições como o Banco Mundial, a ONU, a OMC e o FMI podem ter "defeitos" e "imperfeições", mas sem sua existência "a lógica que imperaria seria a da força, que é o que prevalece quando não há um marco de organização". Cardoso expressou seu convencimento de que o cenário posterior a uma guerra favoreceria a "vingança", a volta a um estado da natureza no qual "o homem é o inimigo do homem". "É duro dizer que a guerra pode ser necessária", disse o ex-presidente, para depois perguntar sobre quem decide "quando é necessária, quem diz que é necessária e como reconhece que é necessária?". O ex-presidente se disse otimista porque, contra idéias de conflito, há outras como o desenvolvimento sustentável, "que podem substituir a lógica da supremacia por uma lógica de solidariedade". Nesse sentido, acrescentou, "é necessário conhecer a ascensão de uma sociedade civil internacional como personagem importante da nova ordem". Por isso, o ex-governante disse que o Clube de Madri deverá lutar para identificar esses novos valores de convergência. Na sua opinião, a idéia "roussoniana" (do filósosfo francês Jean Jacques Rousseau) do Contrato Social deve ser novamente evocada, "na busca de um pacto com a humanidade como pano de fundo". Para Cardoso, é necessário que a comunidade internacional consolide a democracia, mas, ao mesmo tempo, "que os países reconstruam seus mecanismos de tomada de decisões, tanto políticas, econômicas e de segurança, pois todas estão agora em xeque". "Se houver confiança na razão, na moderação, na tolerância e na forte necessidade de aceitar o consenso, então se pode caminhar para a reconstrução de uma ordem positiva". Sobre a iminência de uma guerra, Fernando Henrique Cardoso se mostrou partidário de "fazer um esforço para impedir que esta situação possa se apresentar".

   

c) FHC teme que busca pela segurança sacrifique a paz.  O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso espera que "a obsessão pela segurança não sacrifique a paz", em alusão à crise iraquiana e a possibilidade de uma intervenção armada no Iraque. Durante conferência sobre "o papel do multilateralismo nas relações internacionais contemporâneas", apresentada em Madri, na Espanha, Fernando Henrique defendeu um "acordo planetário que permita manter a paz". "Que a obsessão pela segurança não sacrifique a Paz", disse Cardoso. "É necessário acreditar num acordo que possibilite a reconstrução dos mecanismos de adoção de decisões políticas, econômicas e sociais, que, após o 11 de setembro estão em xeque", afirmou o ex-presidente ao participar do Fórum Democrático 2003 organizado pela Fundação para as Relações Internacionales e o Diálogo Exterior (FRIDE). Fernando Henrique declarou que, para "conseguir a segurança mundial e a convivência na paz, é necessário democratizar e ampliar os mecanismos de decisão na ordem internacional". Advertiu que sem acordos que "coloquem limites" em nível mundial, a humanidade irá se aproximar "cada vez mais do estado de natureza no qual impera a lei do mais forte e no qual cada país pode legitimar suas ações, inclusive as bélicas, disfarçando-as com algum valor". "Não estou dizendo que a guerra contra o Iraque irá nos fazer aproximar mais do estado primitivo, mas quem diz que é necessária?", perguntou Cardoso, recordando que o Brasil se opõe a uma ação militar no Golfo Pérsico. Fernando Henrique preside o denominado Clube de Madri, fórum que reúne ex-presidentes e chefes de Governo da América Latina e Europa com o objetivo de fortalecer o sistema democrático. AFP

     
27-MAR-2002. Revisão geral da quadra.
     
04-JAN-2002. Explicação do anagrama. (CHIREN) e alteração do quarto verso.
     
Traduções
     
Thresor de la langue française (1606)
     
doubter (213)

Doubter, Haesitare, Dubitare, Vereri, Timere. au 2. livr. d'Amadis, Il n'y a homme tant hardi, qui ne doubte trop d'en aller cueillir. De là vient qu'on dit, Redoubté, et tres-redoubté seigneur, c'est à dire lequel on craint offenser, voyez Doubte.[ de quem se vem a dizer...daquele que se teme ofender]

     
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