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VII. 33. |
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VII. 33. Pela fraude, forças
espoliam o reino |
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La classe obsesse, passages à l'espie |
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AVISO IMPORTANTE Usamos
as notícias veiculadas na imprensa para documentar nossas
interpretações, porque não dispomos nem de
estrutura nem de tempo para efetuar qualquer forma de investigação
sobre os fatos. Dessa forma, É essencial compreender que
a vinculação de uma notícia ou nome a uma
quadra ou verso particular é sempre uma possibilidade
advinda em função do que é noticiado e
não de descobertas ou investigações que
eventualmente tenhamos efetuado. |
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Uma referência para esta quadra pode ser P120M02. O primeiro verso refere-se às diversas notícias relacionadas com a evasão de divisas ou outras formas de ataque ao erário público, quer estadual ou federal. A quadra refere-se, no período considerado (ver Notas), às diversas notícias veiculadas em nível nacional que trouxeram a público os diversos fatos mencionados nos meios de comunicação. É importante observar que o verso não refere-se a um único evento, mas a todos os eventos de repercursão relacionados com o tema e que começaram a ter divulgação a partir do início de JAN/2003. Um dos casos divulgados e que pode estar relacionado com esse verso refere-se aos eventos noticiados no Estado do Rio de Janeiro, relativos à possível evasão de impostos e transferências ilegais de grandes quantias para bancos suíços ou de outras nacionalidades. Estes fatos estão em conexão com órgãos da fiscalização tributária do governo estadual. Mas não só esses eventos estão sendo implicados. Todos os demais que chegam a público pela mesma época podem ser considerados implicitamente citados. E pelo visto, não são poucos. Vejam as notas. O segundo verso refere-se duas situações com um ponto em comum, a vigia de vias, o que fez Nostradamus juntá-las em um único verso com duas partes. Isto já aconteceu em outras quadras. A primeira diz respeito às escutas telefônicas: a classe dirigente obcecada e por isso espiona as linhas linhas(vias) telefônicas. Segunda situação: o exército(classé) a vigiar as vias expressas por causa da violência (que evidentemente deixa a classe(classé) governante obcecado por causa da ameaça aos poderes constituídos). O verso torna-se "La classe obsesse, passages à l'espie". Pode haver aí também uma menção a todo o sistema de controle de trânsito por meio de radares e dispositivos de fotografias ( e nesse caso não apenas no Rio de Janeiro, mas há toda uma idéia de estender a receita a todo o país). Ver nas Notas o Exército a vigiar as vias expressas do Rio de Janeiro de forma concomitante com a eclosão dos fatos citados nos demais versos. O termo "obsesse" vem de "obseder", que quer dizer literalmente "estar presente de forma permanente perante uma pessoa". esta pode ser uma referência ao esquema de policiamento no Rio de Janeiro e cuja descrição é completada pela questão da vigilância por meio de câmeras e também de redares. Há sobretudo a presença permanente da da Polícia Militar em locais como favelas (Rocinha, etc) face aos conflitos sociais que eventualmente emergem. A ocupação A questão dos grampos parece também citada em P132M02. Observemos que é usado o termo "passages" que pode ter várias conotações, como o de "passagem elétrica" (ou conduto elétrico) . É de amplo uso o jargão "dar passagem a uma corrente elétrica". Sobretudo, são as passagens que espionam, isto é, as passagens são elementos ativos na espionagem. Os fios ou condutos telefônicos. Lembremos também que na telefonia celular a própria atmosfera é usada como “meio” de condução ondas eletromagnéticas. É importante também observar que o segundo verso fala de espionagem (grampos, por exemplo) em sentido amplo; no entanto, é importante observar que está sendo citada a espionagem específica de um personagem. De fato, o que está sendo citado aqui, em conexão com o terceiro verso, é parte de uma tecitura , associada ao fato real. Os lances iniciais dessa tecitura tiveram início em MAR-ABR/2002 e são citados em IV,28. O desdobramento final dessa situação está previsto, em princípio, no primeiro verso de P138M08. Mas a notícia de 18-FEV-2003 a respeito do estado de espírito dos congressistas e políticos em Brasília com relação à escuta telefônica, principalmente na telefonia celular, é o paradigma da confirmação da profecia do segundo verso. Ver as Notas. O terceiro verso fala de dois falsos amigos que voltarão a ser aliados. Pode referir-se a alianças efetuadas para a eleição presidencial de 2002. Pode também apenas referir-se a pessoas sem maior (e menor) projeção pública. A esfera de efeitos dessa aliança pode ser no campo pessoal, profissional, etc.. O pano de fundo deve ser a divulgação das interpretações. Ver IX,91. O quarto verso fala de um ódio adormecido que viria a ser acordado em função da aliança. Pode estar referindo-se a algo de natureza política. Mas pode também referir-se a ódios de natureza religiosa, que enquadram-se muito bem no conceito de antigos adormecidos há muito tempo, como, por exemplo a questão da Reforma de Martinho Lutero. Voltaremos a essa quadra. |
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| Referências | ||||
| IV,28, P138M08,P132M02, IX,91, IX,48. | ||||
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