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O Griffon se põe
em preparação |
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Atentado em
Bombain |
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Esta sextilha refere-se (em
princípio) ao conflito entre a Índia e o
Paquistão, que se acirrou com uma mobilização
militar mais intensa a partir de MAI-2002. O último verso é uma data em "escadinha". Havíamos suposto inicialmente que referia-se a agosto/2002 (20-AGO-2002 a 20-SET-2002), mas como tal fato não se deu, iremos colocar as possíveis datas na tabela abaixo. A data-base dessa escadinha é 20-JAN-1951. Como sempre, as unidades a mais e a menos nos anos e meses compensam-se mutuamente.
Esperávamos, com o
recrudescimento da tensão entre a Índia e o Paquistão que a
invasão citada no sexto verso se desse ainda em 2002, nos
períodos previstos para aquele e ano (20-AGO-2002/20-SET-2002 ou
20-JUL-2002/20-AGO-2002). Como tal não aconteceu, nosso
prognóstico fica cancelado e passamos a considerar os próximos
períodos. No entanto, também consideramos a possibilidade do
período anunciado estar uma ou duas unidades defasado. Em lugar
de tentar adivinhar, vamos, de fato, aguardar a eclosão do
evento e tentar compreender o significado efetivo a posteriori. É
importante observar que pode estar sendo indicado ou o período
ou o mês do evento. |
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Referências |
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Notas |
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23-MAI-2004. Não temos acompanhado os atentados envolvendo a Cachemira e a luta entre a Índia e o Paquistão. No entanto com a proximidade de um dos períodos indicados em 2004 (vide Tabela), faremos a aposição das notícias mais importantes. Os atentados naquela região são comuns e freqüentes. |
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23-MAI-2004 |
a) Atentado na Cachemira é o pior desde início do processo de paz |
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18-OUT-2003. E segue a saga entre Índia e Paquistão... |
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18-OUT-2003 |
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17-OUT-2003 |
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04-OUT-2003 |
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26-AGO-2003 |
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25-AGO-2003. Os atentados de 25-AGO-2003 estão rigorosamente dentro do período (e do mês) para 608. Lembremos que pela tabela, estaríamos esperando em 2003 pelos períodos de 20-JUL-2003..20-AGO-2003 e 20-AGO-2003..20-SET-2003. Os atentados simultâneos podem ser o estopim do problema. |
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a) Atentados matam 46 e ferem 100 pessoas na Índia Dois carros-bomba mataram pelo menos 46 pessoas e feriram outras 137 hoje no centro de Mumbai (antiga Bombaim), capital financeira da Índia. Uma das explosões destruiu um movimentado mercado de metais preciosos, e a outra ocorreu perto de uma popular atração turística. O mercado Jhaveri, perto do templo hindu Mumbadevi, foi onde a maioria das vítimas morreu. Um carro-bomba foi estacionado em uma das ruas de maior movimento do local onde se concentram grandes instituiçõe financeiras. A segunda explosão aconteceu minutos depois perto do Portão da Índia, um grande arco à beira-mar, construído pelos colonizadores britânicos para comemorar a visita do rei George V e da rainha Mary, em 1911. Neste caso um artefato explosivo foi deixando dentro de um taxi no local. Até o momento, nenhum grupo terrorista se responsabilizou pelos atentados que parecem dirigidos especialmente contra a população civil. Entretanto, o vice-primeiro-ministro Lal Krishna Advani disse que ataques semelhantes aos dos carros-bomba no passado foram cometidos pelo proscrito Movimento dos Estudantes Islâmicos da Índia (Simi, na sigla em inglês), que atua em conjunto com o grupo separatista da Caxemira Lashkar e-Taiba, radicado no Paquistão. Os recentes ataques revivem memórias da onda de explosões que atingiram Mumbai em 1993 e mataram ao menos 260 pessoas. Nos últimos meses, a cidade voltou a sofrer atentados. Em dezembro do ano passado, uma explosão em um ônibus matou três pessoas. Em março, uma bomba atingiu um trem lotado e matou 12, e em julho outra bomba em ônibus matou 2 pessoas e feriu 42. A explosão de hoje segue-se à recente melhora nas relações entre a Índia e o Paquistão. Nova Délhi acusa o vizinho de abrigar radicais islâmicos que culpa por ataques anteriores em seu território. No ano passado, os dois países concentraram quase um milhão de soldados na fronteira da região da Caxemira e as relações foram congeladas. O impasse - que quase provocou uma guerra entre os rivais nucleares - aconteceu após um ataque de radicais islâmicos contra o Parlamento da Índia, em dezembro de 2001. A Índia, de maioria hindu, culpou militantes islâmicos com sede no Paquistão pelo ataque. O Paquistão nega envolvimento no atentado ao Parlamento e condenou as explosões de Mumbai como "atos de terrorismo". |
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14-JUL-2003 |
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28-JUN-2003 |
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26-MAR-2003 |
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23-MAR-2003. |
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16-03-2003. |
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06-03-2003. |
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09-02-2003. |
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a) Índia acusa Paquistão de abrigar extremistas. O conselheiro nacional de segurança da Índia disse hoje que forças extremistas religiosas estavam crescendo no governo do Paquistão, um dia após as expulsões retaliatórias de diplomatas dos países rivais no Sudeste Asiático. Em uma referência velada ao Paquistão, Brajesh Mishra disse que a coalizão internacional contra o terrorismo "contém membros que são parte do problema" e que não poderiam ser aliados de longo prazo na batalha. Mishra disse que essencialmente não havia diferença entre os militantes que agem nas fronteiras do Paquistão e do Afeganistão e aqueles por trás do "terrorismo de fronteiras" na Caxemira indiana. "Se os perpetuadores deste último são diferentes dos grupos da Al-Qaeda é apenas em seus nomes e nos números de contas bancárias - não em suas ideologias, objetivos ou patrocinadores", disse ela em uma conferência de segurança na cidade alemã de Munique. Mishra, que é também o principal secretário do premiê indiano Atal Behari Vajpayee, disse que "a nova versão de democracia" que o Paquistão recentemente descobriu trouxe mais forças extremistas religiosas ao seu sistema de governo. "Os abrigos seguros para elementos da Al-Qaeda e do Talibã, por consequência, devem se expandir", ele falou. Mishra disse que a Índia estava preocupada porque acredita que as armas nucleares do Paquistão estão estocadas em túneis e cavernas nas Colinas de Chagai e está inquieta com os relatos de "atividades freelance" de alguns cientistas nucleares paquistaneses. A Índia vem acusando há tempos o Paquistão islâmico de armar, treinar e financiar militantes em seus Estados de maioria muçulmana de Jammu e Caxemira, e de permitir que eles cruzem a linha de controle que separa os países da região. O Paquistão nega as acusações, dizendo que apenas dá apoio moral ao que chama de luta legítima do povo da Caxemira pela liberdade. Dezenas de milhares de pessoas já morreram na revolta sangrenta contra a administração de Nova Délhi na Caxemira indiana desde 1989. Mishra disse que atualmente não havia tensão nas fronteiras, mas ainda restava tensão diplomática. A expulsão de vários diplomatas do primeiro escalão de Islamabad e Nova Délhi, neste fim de semana, aconteceu depois que a Índia expulsou o Alto Comissário do Paquistão, Jalil Abbas Jilani, por supostamente financiar separatistas da Caxemira. |
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07-02-2003. |
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a) Paquistão nega financiar separatistas da Caxemira. O Paquistão negou hoje ter dado milhares de dólares a separatistas da Caxemira e classificou de propaganda as alegações da Índia, país com o qual mantém tensas relações. De acordo com a versão indiana, a polícia deteve ontem dois membros da "Hurriyat Conference", organização separatista com base nos dois terços de Caxemira sob controle de Nova Délhi, que tinham recebido dinheiro da embaixada do Paquistão para financiar grupos guerrilheiros islâmicos na região. Em um comunicado de imprensa emitido pela embaixada do Paquistão em Nova Deli, o embaixador em funções Khalil Abbas Khilani classificou de "lamentável campanha de propaganda" as alegações e apresentou um enérgico protesto no Ministério de Relações Exteriores. Os dois membros da "Hurriyat Conference", grupo formado por 23 partidos que lutam pela separação da Índia, foram detidos por força de uma lei antiterrorista e permanecerão presos durante dez dias. Conforme a polícia indiana, um do detidos era uma mulher que carregava US$ 6 mil e que confessou tê-los recebido de Khalil Abbas Khilani. |
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b) Índia: Paquistão ajuda separatistas na Caxemira. Militares indianos disseram hoje que abateram um avião paquistanês não-tripulado que teria invadido seu espaço aéreo na disputada região da Caxemira. No entanto, o Exército paquistanês disse que o avião caiu no seu território devido a um defeito no motor. . O incidente teria acoacontecido ontem, uma semana depois de o Paquistão anunciar a derrubada de um avião de espionagem indiano, também não-tripulado, na parte paquistanesa da Caxemira. "O movimento desse veículo aéreo não-tripulado foi observado na tarde de quarta-feira, e ele foi abatido imediatamente", disse o tenente-coronel Bhanwar Rathore. O avião teria caído em Mendhar, 250 quilômetros ao norte de Jammu, capital de verão da Caxemira indiana. Em nota oficial, o Exército do Paquistão disse que o avião por controle remoto estava "em desenvolvimento" e caiu porque sofreu uma pane perto da fronteira disputada. Também na quarta-feira, houve tiroteio entre militares dos dois países na fronteira, em um incidente considerado irrelevante por autoridades indianas. A Índia acusa o Paquistão de financiar e treinar os militantes muçulmanos separatistas da Caxemira. O governo paquistanês admite apenas apoio político à causa deles. |
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05-02-2003. |
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a) Índia derruba avião paquistanês na Caxemira. O Exército indiano abateu um avião espião paquistanês na disputada região da Caxemira, informou um porta-voz do Exército em Nova Délhi. O brigadeiro Sruti Kant disse que o avião espião paquistanês sem piloto foi derrubado à tarde, depois de ultrapassar a fronteira e invadir em 500 metros o território indiano. "Assim que foi visto violando o espaço aéreo indiano sobre Mendhar, no setor de Poonch, as tropas dispararam e o abateram", afirmou Kant. |
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b) Índia planeja testes com mísseis de longo alcance. A Índia planeja testar ainda este ano uma versão de longo alcance do míssil com capacidade nuclear Agni, que será capaz de atingir áreas dentro da China. V.K. Aaatre, conselheiro científico para o ministro da Defesa George Fernandes, disse que o míssil Agni III poderá atingir distâncias de mais de 3 mil quilômetros. "O teste deve acontecer em algum momento no final deste ano", disse Aatre, depois de uma demonstração aeroespacial na cidade de Bangalore. "Chegará a mais de 3 mil quilômetros, esperamos", disse ele sobre a distância que o míssil poderá atingir. A Índia promoveu testes nucleares e se declarou uma potência nuclear em 1998, promovendo testes do rival Paquistão, com o qual luta há três anos. |
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29-01-2003. |
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a) Paquistão quer dialogar sobre crise com a Índia. O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, reuniu-se com vários políticos da Índia, em meio à crise diplomática entre os dois países, e expressou seu interesse de resolver todas as diferenças pela via diplomática. Conforme um comunicado oficial da reunião, o Paquistão deseja uma solução pacífica de todas as diferenças com a Índia, "inclusive na questão da Caxemira", declarou Musharraf ao líder do Partido Janata, Subramanian Swamy, em referência ao território himalaio disputado pelos dois países desde sua independência do império britânico, em 1947. No encontro entre Musharraf e Swamy e outros políticos indianos, foi discutido o estado das relações indo-paquistaneses afetadas por uma crise à qual Islamabad e Nova Délhi reagiram com a expulsão na semana passada de vários diplomatas do país adversário. O chefe do Estado paquistanês aproveitou o encontro com os políticos indianos para criticar as declarações dadas recentemente pelo ministro da Defesa da Índia, George Fernandes, de que "se o Paquistão atacasse a Índia com armas nucleares, este país seria eliminado do mapa". Num comunicado oficial emitido pelo Ministério das Relações Exteriores, Musharraf destacou a necessidade de mostrar maior responsabilidade, enquanto Swamy expressou seu interesse de contribuir para a normalização dos laços bilaterais. A visita dos políticos indianos ao Paquistão coincide com uma nova deterioração das relações diplomáticas entre estes tradicionais inimigos asiáticos armados com bombas atômicas, que já enfrentaram três guerras, duas delas pelo controle da Caxemira. O aumento da tensão diplomática foi acompanhada de acusações recíprocas sobre a responsabilidade por esta nova crise e uma intensificação do enfrentamento entre os soldados posicionados ao longo da Linha de Controle que divide a Caxemira entre a Índia e o Paquistão. Em um comunicado militar emitido ontem, Islamabad afirmou ter derrubado um avião-espião não pilotado indiano quando sobrevoava a área da Caxemira sob seu controle, alegação que foi negada por um porta-voz oficial de Nova Délhi. |
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27-01-2003. |
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a) Explosão de bomba deixa 27 feridos na Índia. A explosão de uma bomba deixou 27 feridos hoje num subúrbio de Mumbai, ex-Bombaim, às vésperas de uma visita à capital econômica da Índia do primeiro-ministro Atal Behari Vajpayee, anunciou a polícia. Duas pessoas estão em estado gravíssimo. Uma bomba "foi colocada na parte traseira de uma bicicleta e explodiu num mercado", explicou um delegado. Em dezembro, em Mumbai, foi registrada uma dupla explosão numa loja da rede McDonald's e num ônibus, perto de uma estação terminal, deixando dois mortos e numerosos feridos. |
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23-01-2003. |
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a) Paquistão expulsa quatro diplomatas indianos. O Paquistão expulsou, hoje, quatro diplomatas da embaixada da Índia em Islamabad em represália à ação similar de ontem do Governo de Nova Délhi, que expulsou quatro membros da representação diplomática paquistanesa. Em resposta, o Governo do Paquistão declarou hoje "persona non grata" o conselheiro, o segundo secretário e outros dois funcionários da embaixada da Índia, aos quais deu um prazo de 48 horas para sair do país. |
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b) Nova doutrina nuclear da Índia preocupa Paquistão. A nova estrutura de comando de armamentos nucleares na Índia e a revisão de sua doutrina a respeito do uso destas armas põem em discussão sua política de "não atacar primeiro" e firmam uma posição mais agressiva sobre o Paquistão, estimam especialistas paquistaneses da defesa e do setor nuclear. |
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22-01-2003. |
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a) Índia expulsa quatro paquistaneses da embaixada. A Índia expulsou hoje dois diplomatas e dois outros funcionários da embaixada paquistanesa em Nova Délhi, dando a eles 48 horas para deixarem o país e acusando-os de violar as normas diplomáticas. A decisão deve criar mais tensão entre Índia e Paquistão, depois que no fim de semana Nova Délhi denunciou supostas pressões que seu encarregado de negócios em Islamabad estaria sofrendo. |
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20-01-2003. |
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a) Paquistão acusa Índia de se aproveitar de guerra. O Paquistão acusou a Índia de aproveitar a guerra mundial contra o terrorismo para reprimir muçulmanos na disputada região da Caxemira. O chanceler Kurshid Kasuri falou durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU, para se queixar que a Índia denominou os separatistas da Caxemira como ¿terroristas" e disse que a luta deles é justa. |
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b) Índia acusa Paquistão de ser centro terrorista. O primeiro-ministro da Índia, Atal Behari Vajpayee, afirmou hoje que o Paquistão é um centro de atividade terrorista e pediu a intervenção da comunidade internacional. "O Paquistão tornou-se um centro das atividades terroristas", disse Vajpayee. "Apesar de o Paquistão ser membro da coalizão internacional formada para o combate ao terrorismo, é no Paquistão que os terroristas estão se reunindo." Os dois países do sul da Ásia, detentores de armas nucleares, disputam o controle sobre a região da Caxemira há décadas e estiveram perto de uma quarta guerra no ano passado em meio a acusações da Índia de que o Paquistão alimentava o movimento separatista na Caxemira indiana. |
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18-01-2003 |
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a) Índia testa míssil terra-ar de médio alcance. A Índia testou hoje seu míssil de médio alcance terra-ar Akash na localidade de Chandipur (leste). Conforme a agência Press Trust of India, o míssil foi disparado de um lançador móvel às 15h25 locais (7h55 de Brasília). Em 9 de janeiro passado, a Índia fez um teste com um míssil balístico capaz de transportar uma ogiva nuclear. |
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14-01-2003. |
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a) Paquistão não renunciará à disputa sobre Caxemira. O presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, declarou hoje que não desistirá de sua disputa com a Índia sobre a soberania da Caxemira, ainda que tenha expressado seu desejo de melhorar as relações com Nova Délhi. |
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09-01-2003. Revisão de texto. |
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08-01-2003. |
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20-12-2002. |
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a) Mulheres são mortas na Caxemira por causa de véu. Esta notícia fala de uma questão que estará presente nas profecias de outras quadras, como, por exemplo, C01Q003, C02Q068. |
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19-12-2002. |
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02-12-2002. Talvez a notícia associada ao material nuclear esteja por trás do significado de "mar inflamado". Vamos aguardar, por que esse conflito, se for em 2003, deverá se dar, segundo os nossos prognósticos dentro dos períodos computados na tabela. |
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a) Índia defende esconder arsenal nuclear no mar. O almirante Madhvendra Singh, comandante da Marinha indiana, disse hoje que seu país precisa esconder armas nucleares no mar a fim de protegê-las em caso de ataque ao país. Singh não quis fazer comentários sobre uma notícia publicada pelo jornal The Indian Express, segundo a qual o país alugaria da Rússia um submarino movido a energia nuclear e armado com mísseis capazes de abrigar ogivas nucleares. "Não posso nem confirmar nem negar essa informação", respondeu. |
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b) Explosão fere gravemente onze pessoas na Índia. Mais um episódio dentre outros quase que diários, envolvendo indianos e paquistaneses. |
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22-10-2002. |
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a) Distúrbios na parte indiana da Caxemira deixam 12 mortos. Essa é apenas mais uma notícia nesse conflito que praticamente todos os dias apresenta seus mortos, tal com o a guerra entre israelenses e palestinos. |
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17-10-2002. Estamos cancelando as revisões anteriores e mantendo apenas esta aqui. As notas, como sempre, serão mantidas para manter um histórico das alterações. |
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13-10-2002. |
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a) Pelo menos 10 morrem em atentado na Índia. Temos evitado uma acompnhamento " fino" da crise da Cachemira porque o número de notícias é alto. Em geral, como a notícia desta nota, envolvem atentados perpetrados por grupos separatistas de tendência muçulmana identificados com o "lado paquistanês" do conflito. |
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04-10-2002. |
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a) Paquistão faz teste com míssil de médio alcance. Esta notícia informa do teste realizado pelo Paquistão. |
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03-10-2002. Acidente que matou mais de 100 na Índia foi sabotagem. Os extremistas eram maoistas. |
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01-10-2002. |
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a) Ataque a ônibus causa cinco mortes na Caxemira. Militantes islâmicos na Caxemira indiana mataram cinco pessoas e feriram 12 ao disparar hoje indiscriminadamente contra um ônibus. Os rebeldes que lutam pela secessão nos dois terços de Yamu e da Caxemira sob controle da Índia (o resto está sob a administração do Paquistão) ameaçaram matar os que participarem das eleições. Este é mais um evento que reforça a previsão da profecia de invasão do Paquistão pela ìndia por mar. |
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b) Eleitores ignoram pleito na Caxemira indiana. Esta notícia repete o citado acima, corrigindo o número dee mortos (sete e não cinco). Frisa que os eleitores não acreditam que as eleições venham resolver o problema do separatismo da Cachemira na Índia. A ação fopi conduzida por ativistas islâmicos disfarçados de guadras regulares. |
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28-09-2002. |
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a) Explosões matam três e ferem 100 em Bangladesh. Esta é mais uma notícia envolvendo o conflito na Índia. Parece-nos muito pouco provável que esse conflito não venha a ter um desdobramento dentro de um intervalo relativamente próximo. |
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25-09-2002. |
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a) Índia mobiliza exército depois de ataque a templo. Essa mobilização está sendo feita no estado de Gujarat. Tudo indica que o quadrpo pintado nesta quadra está sendo configurado. Discrepante mesmo, apenas o cômputo da data. E obviamente, o evento, que ainda não aconteceu... |
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23-09-2002. A tensão na Cachemira face às eleições na Índia parece indicar a precipitação da invasão citada. Vamos aguardar, considerando o cômputo feito |
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.09-09-2002. |
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a) Paquistão teme ataque surpresa da Índia. A notícia veiculada confirma nossa previsão para uma invasão do Paquistão pela Índia pelo mar, de forma diferente da que o Governo paquistanês estaria esperando. É interessante observar a questão da surpresa citada no verso e na declaração da autoridade paquistanesa. |
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01-09-2002. Noticiado na CNN (TV a Cabo) um incidente de fronteira entre a Índia e o Paquistão. Posteriormente iremos tentar obter mais detalhes. Pode estar indicando a eclosão (ou reinício tensão aguda ) do conflito citado aqui. |
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17-08-2002. Revisão de texto. |
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07-08-2002. Revisão, esclarecendo o início do período, de acordo com o cômputo de S16S17. |
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21-06-2002. Interpretação inicial provisória. |
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