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A Igreja em Julgamento Protegida por Dois Irmãos
Revisão em 20-NOV-2005.
 
 
XI. 56.

Tost l'Elephant de toutes parts verra
Quand pourvoyeur au Griffon se joindra,
Sa ruine proche, & Mars, qui tousjours gronde,
Fera grands faits aupres de terre sainte,
Grands estendars sur la terre & l'onde,
Si la nef a esté de deux freres enceinte
 
  XI. 56.

Cedo o Elefante de todas  partes verá
Quando o "provedor" ao Griffon se juntar
Sua ruína próxima e Marte, que todos os dias trovejará
Fará grandes feitos antes e próximo da Terra Santa
Grandes estandartes  sobre a terra e l'onde
Se a Barca em julgamento por dois irmãos estiver cercada
(ou: se a Barca em julgamento por dois irmãos estiver protegida)

     

   Esta quadra fala da conjugação de forças e do que chamamos de Segunda Guerra do Terceiro Milênio (esta é uma denominação provisória, Nostradamus a chama mesmo de Terceira Guerra).

A tradução deste verso ainda carece de algumas melhorias, porém já dá para iniciarmos algum trabalho de análise. Vamos primeiro identificar quem é quem.

    Elefante: Índia

   Provedor: esse personagem será autor de uma monstruosidade e  Nostradamus o chama de provedor de um monstro sem paralelo em outra quadra. Ele será o "patrocinador" de l'onde. (ver XI,16)

    Griffon: é um animal mitológico, descrito por Aristeas (Sec 7 AC) , que segundo ao autor é combatido pelos Arimaspias, animais de um único olho. Os Griffons são dito exitirem na Índia, o que de certa forma está de acordo com o primeiro verso.         

    Os primeiro e segundo versos dizem que cedo toda a Índia verá quando o provedor ao Griffon se juntar. O provedor provavelmente estará ligado a l'onde. E isto se dará na primeira década do Terceiro Milênio.

        O terceiro verso diz que a ruína estará próxima. Em nosso entendimento,  é a ruína do provedor que estará próxima. A sua continuação cita Marte. Marte é o deus da guerra, mas também um símbolo do Jovialista (ver X,72, IV,33, entre outras quadras)

         O quarto verso fala em terra santa e possivelmente esta é uma referência ao Vaticano.  No entanto também estamos considerando a possibilidade de referir-se ao Oriente Médio ou mesmo  a Arábia Saudita, território sagrado dos muçulmanos.

         O quinto e o sexto verso fala de grandes estandartes, isto é, bandeiras de guerra a desfilar sobre a terra e o mar. Há aqui a junção do termo l'onde (a onda)  com as idpeias de mar e também daquele que virá a invadir a Itália pelo mar, l'onde, ou Mohamed bin laden (ver V,55).

O sexto verso parece falar de dois  irmãos. O xsentiodpo do verso não está claro. Nostradamus refere-se aos "Irmãos do Lis", e aí estremos façlando de César de Nostredame e Henrique, Segundo(ver

     
     
Referências
     

XI,16, X,72, IV,33, V,55, XI,19, V,50.

     
Notas
     
20-NOV-2005. Revisão da tradução da sextilha.
     
16-AGO-2004. Revisão e reformatação.
     
01-SET-2002. Correção da tradução dos quinto e sexto versos. Revisão de toda a interpretação.
     
04-MAR-2002. Inserir ilustração.
     
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