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CXXXI. Janvier. Prisons, secrets ennuis, entre proches discorde. La vie on donnera, par mal divers catarrhes La mort s'en ensuyvra, poison fera concorde. Frayeur, poeur, crainte grande, voyageant lairra d'arres |
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Estamos associando este presságio para ao período de JAN-FEV-MAR/2003 (possivelmente os últimos dez dias de dezembro/2002). O primeiro verso fala de prisões, ataques ocultos e discórdia entre próximos. É um prato cheio para o mês de janeiro/2003 e por isso fica difícil associar. Pode referir-se às prisões efetuadas na Inglaterra em função da posse do veneno à base de ricina; o seguimento fala de discórdia entre próximos. Mas esta também pode ser uma referência às ameaças perpetradas por anônimos a César de Nostredame. Essas ameaças terminaram com uma reclamação criminal por extorsão na Delegacia de Crimes pela Internet do Rio de Janeiro, em AGO-2003. O termo proches em geral significa vizinhos. Dessa forma, deverão haver vários vizinhos em discórdia. Por exemplo, as duas Coréias e a crise nuclear; os vizinhos do Iraque (Irã, Kuwait, Turquia, etc); os vizinhos do Brasil, em particular Venezuela e a Bolívia, onde a discórdia é interna, a (eterna) crise entre a Índia e o Paquistão, Inglaterra, França e Alemanha quanto à questão do Iraque, Irã e Iraque, Coréias e Japão, etc O segundo verso parece fazer menção àqueles que se ofereceram para ficar como escudos humanos no Iraque e também aos homens-bomba (ver Notas de 04-FEV-2003). Sobretudo, há aqui uma sutil menção ao Eixo do Mal, segundo Bush, constituído pelo Irã, Iraque e Coréia do Norte. Nesta quadra documentamos manifestações em em dois desses países em favor de seus governantes. O terceiro verso parece falar da justificativa utilizada por George W. Bush para invadir o Iraque: se encontradas as armas de destruição em massa (armas químicas e biológicas, ou seja veneno) a comunidade internacional veria justificada a invasão do Iraque por parte dos EUA. |
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O quarto verso deve ser examinado observando-se particularmente o significado do
termo arres. Como já foi visto em outras situações, a poesia é uma
linguagem que permite referenciar simbolicamente diversas situações de uma única
forma e também referir simbolicamente uma mesma situação de diversas formas
diferentes. O termo arres possui dois significados que
permitem associar o último verso à primeira parte do desastre da Colúmbia, ou
seja a perda de componentes que garantiriam o seu retorno à Terra em segurança. |
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componentes e por conseguinte a quebra do "contrato", ou seja o de trazer os tripulantes de volta à Terra. O outro significado vem de arrêt, que de arrester, do latim popular arrestare, arest ou os arreios de um cavalo. Os arreios servem para dar ao cavaleiro o controle sobre o animal e principalmente fazê-lo parar. (ver Traduções para o significado do termo arres, |
...voyageant lairra d'arres. A imagem do 4o verso: a nave Colúmbia comparada a um cavalo. O trem de pouso, que serve para frear a nave, associado aos arreios do cavalo. |
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em particular a
frase-exemplo, que ilustra a parada de um cavalo). Dessa forma
as imagens para o termo arres podem ser apontadas com
facilidade para a primeira parte do desastre da Colúmbia. O acidente foi relatado em duas etapas. Uma, a perda do trem de pouso ou algum componente da nave no lançamento em janeiro e a outra a queda da nave a tempestade de destroços que provocou em fevereiro, indicada no primeiro verso de P094M02. Uma explicação para a comparação da nave com um cavalo A comparação feita por Nostradamus da nave Columbia com um cavalo parece que pode ser explicada pelo texto abaixo:
Pelo visto, é xeque-mate. |
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| Referências | |||||
| II,47, P117M12, I,59. | |||||
| Notas | |||||
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