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CXLI. Nouembre. |
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CXLI.
Novembro. |
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M. N |
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Nesta quadra, Nostradamus descreve as circunstâncias de sua própria morte. O primeiro verso diz que ao retorno da embaixada ele irá guardar uma dádiva do rei em um lugar seguro. Há aqui uma profecia que ainda está por se cumprir e que pode ser percebida lendo-se o verso na perspectiva correta. O segundo verso diz que após isso, mais não poderá fazer e será entregue a Deus. Ora, é importante, antes de mais nada compreender que Nostradamus sabia com antecedência sobre a própria morte, indicando inclusive como seria encontrado morto. Outras quadras, que já identificamos exploram esse tema, como, por exemplo, o seu legado. Façamos agora uma reflexão. Suponhamos que um desses céticos idiotas que andam por aí a dizer as maiores asneiras com ar doutoral, quando não são aqueles absolutamente debilóides que fazem aquelas piadinhas com uma sutileza paquidérmica achando-se o supra sumo do racionalismo, saiba com antecedência quando irá morrer. Entenderam? Qual deverá ser a reação? Mas vamos colocar uns dez anos antes, por exemplo. Esta a diferença. Nostradamus obviamente sabia muito mais do mostrava saber.
Os demais versos descrevem como terá sido encontrado morto, em 02-JUL-1566.
Também temos: 141,11 => 1+4+1,11=6,11=> 6 x 11 =66. Nostradamus
morreu em 1566. |
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| Referências | ||
| P131M07. | ||
| Notas | ||
| 15-OUT-2003. Inclusão da referência à data da morte de Michel de Nostredame. | ||
| 19-JUN-2003. Revisão de toda a interpretação. | ||
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